GREVE MÉDICOS

O SIM explica que a paciência, a compreensão e a colaboração dos médicos têm limites e que esta greve é convocada porque, entre outros aspetos, “muitos Serviços estão depauperados de trabalhadores médicos e com altas cargas de trabalho. Assiste-se a encerramento temporário de serviços hospitalares por falta de trabalhadores médicos e muitos apenas funcionam com recursos inferiores aos tecnicamente preconizados pela Ordem dos Médicos para uma boa prestação de cuidados e para segurança dos doentes.” Refere, ainda, que “enquanto se argumenta que é inultrapassável o respeito pelo rigor orçamental, assiste-se a um aumento da despesa com empresas prestadoras de serviços médicos e tarefeiros.”

Depois de se ter reunido com a ministra da Saúde no passado dia 28, o Sindepor apelou a todos os enfermeiros, bem como das restantes estruturas sindicais, para que apoiem a paralisação, que decorre entre os dias 2 e 5 deste mês.

Na reunião com Marta Temido, foram debatidos o estabelecimento da nova quota de 620 enfermeiros especialistas em 2019, nos locais onde se verifique carência destes profissionais, a aplicação em julho da nova carreira aprovada em maio, a avaliação de desempenho e a negociação no Acordo Coletivo de Trabalho.


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