paineis fotovoltaicos

Segundo a Planície de Moura, esta fábrica foi “uma das contrapartidas no processo de compra da Central Fotovoltaica de Amareleja, tendo a Acciona ficado obrigada a manter a unidade a laborar durante 10 anos. Nesse período a vida da MFS e dos seus trabalhadores conheceu momentos conturbados, entre os quais um layoff, que durou mais de dois anos (2012-2015).”

Em 2015, de acordo com a mesma fonte, “a chinesa JinkoSolar, líder mundial no sector fotovoltaico, chegou a acordo com a Acciona para explorar a Moura Fabrica Solar, tendo mesmo equacionado a expansão desta unidade fabril, o que acabou por não acontecer. Com o afastamento dos chineses, a ausência de um investidor e o fim da obrigatoriedade em manter a unidade a laborar, a Acciona decidiu agora avançar para o despedimento coletivo.”


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