MURPI

“Na verdade” refere, igualmente, o MURPI, “em cada ano desta legislatura tem-se exigido medidas concretas junto da Assembleia da República visando um caminho de recuperação do poder de compra das reformas e pensões, que estão consubstanciadas nos aumentos agora concretizados” e “pelo terceiro ano consecutivo houve aumento extraordinário para as pensões mais baixas, que sem ele ficariam aquém da reposição do poder de compra.”

É referido, ainda, que há “muitos pensionistas que não sentiram o aumento a que têm direito por falta de informação discriminada do valor da sua pensão”, devido “ao agravamento fiscal: na falta de atualização dos valores da tabela de taxas de retenção na fonte do IRS e também pela falta de isenção do pagamento das taxas moderadoras para valores até 653 euros”.

Neste contexto, o MURPI frisa que “é urgente corrigir e atualizar os valores da tabela de taxas de retenção do IRS, bem como aplicar a Lei do Orçamento do Estado para 2019. Do mesmo modo que é necessário devolver, de imediato, as retenções na fonte que tenham sido feitas de forma indevida.”

Torna-se imperioso, ainda, diz, também, o MURPI, “que o Instituto da Segurança Social envie anualmente e de forma discriminada a informação das parcelas do valor total da pensão atribuída” e que “essa informação deve passar a ser feita a partir deste mês”.

A Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos manifesta, ainda, a sua determinação em continuar a lutar com os reformados pela defesa dos seus direitos valorizando os avanços e reclamando a satisfação das medidas constantes no seu Caderno Reivindicativo do MURPI para 2019, ou seja a garantia de acessibilidade aos serviços públicos de saúde, e de segurança social, o desagravamento fiscal em sede de IRS, o reforço dos apoios financeiros às Associações de Reformados, Pensionistas e Idosos, incluindo nas suas acções de promoção da participação social e cultural. 


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