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No período de seca extrema que se está a viver, Nilza de Sena refere que é inadmissível não existirem medidas de apoio à alimentação animal além da autorização de pastoreio dos pousios e da linha de credito. A deputada considera isto "muito curto, uma vez que as dificuldades são imensas".

Com os três anos de seca os produtores pecuários têm sido obrigados a adquirir as forragens, impondo um esforço suplementar sobre a tesouraria das empresas agrícolas e obrigando os empresários a recorrer aos créditos de campanha e de investimentos para alimentar os seus efectivos pecuários, frisa Nilza de Sena, recordando que, em 2012, no decorrer do período mais crítico do ajustamento financeiro imposto pela Troika, o Governo liderado pelo PSD, concedeu um apoio a fundo perdido aos produtores pecuários de ruminantes no âmbito de uma medida de apoio à alimentação animal, na seca que se atravessou nesse ano.

No final, a parlamentar pergunta "como é que é possível que este Governo, que apregoa que acabou com a austeridade, não tenha outros tipos de medidas de apoio a estes agricultores?" e avança que questionou o ministro da Agricultura sobre a questão dos apoios à tesouraria das empresas agrícolas e pecuárias e sobre a fraca taxa de adesão à linha de crédito.


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