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A questão do regime de aposentação e o pagamento de trabalho extra são as reivindicações que estão em cima da mesa, pois estes trabalhadores não concordam com o facto, de continuarem “a laborar, noite dentro sem que sejam remunerados ou compensados”, assegura o Sindicato.

O sindicato alega, ainda, que "um trabalho para o qual as pessoas não se oferecem espontaneamente, mas são coagidas a trabalhar, sob a ameaça de processos disciplinares e penais, não pode ser considerado como um trabalho, mas sim como uma sentença por algum delito cometido".


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