Paulo Arsénio

Tendo sido alvo de múltiplos apelos e abordagens, de grande número de pessoas do PS/Beja, Paulo Arsénio afirmou à Voz da Planície que não conseguiu ficar indiferente ao momento e aos desafios que se colocam no futuro próximo, não só ao PS enquanto força política, mas também ao concelho, à região e ao País, justificando assim a sua decisão. Acrescentou que quer também contribuir para a afirmação do partido.

O próximo mandato será, em função da alteração estatutária que agora vigora, de 4 anos, esgotando-se na sequência da realização das próximas eleições autárquicas de 2017 e neste contexto Paulo Arsénio frisou que o PS não deve ficar obcecado pelo regresso à Câmara de Beja, até porque tem que centrar atenções, neste período, em quatro actos eleitorais: Europeias, Legislativas, Presidenciais e só depois autárquicas. Disse ainda, que o objectivo é construir um PS que, mais do que um mero instrumento político, seja também um parceiro da sociedade onde se insere, e que exerça a sua acção de forma pura, sem calculismos de qualquer natureza, aproximando-se das pessoas, militantes, simpatizantes e demais cidadãos.

Paulo Arsénio frisou, igualmente, que tomou a decisão baseada numa profunda reflexão e que a sua candidatura avança com a Moção, em fase de elaboração, \"Construir Rotas de Futuro\", que se baseará em 5 ideias-chave: participação, proximidade, solidariedade, diálogo e intervenção. 

Recorde-se que Paulo Arsénio, actual eleito socialista na Assembleia Municipal, é porta-voz da Federação do Baixo Alentejo do PS e que liderou a Concelhia de Beja do PS, de 2005 a 2007.


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