PCP Alentejo
Segundo os comunistas a situação dramática em que se encontra a região exige a adopção de medidas que criem melhores condições para que as autarquias locais, as associações de desenvolvimento e os micro, pequenos e médios empresários possam contribuir para o seu desenvolvimento.

Na última Assembleia de Organização foi afirmado que são necessárias medidas de estruturação e organização regional incluindo a criação da região administrativa do Alentejo, sem uma capital, com carácter polinucleado e baseada na transferência de competências e meios da administração central.

José Maria Pós de Mina, da DORBE do PCP, afirma que nesta reunião também saíram criticas ao facto dos programas comunitários que se deviam destinar a um período com começo em 2014, ainda não tiveram, em Novembro de 2015, o seu início efectivo.

Segundo o PCP esta situação impossibilita de mobilização de recursos e meios para investimento, criando problemas a todos os intervenientes no processo com destaque para as autarquias locais e os micro, pequenos e médios empresários. O PCP denuncia as dificuldades que a situação está a criar nas Associações de Desenvolvimento Local e salienta ainda que são insuficientes as verbas que se pretendem alocar ao plano de intervenção da CIMBAL.


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