Pedro do Carmo

Enumerando alguns exemplos de combate às alterações climáticas, Pedro do Carmo afirma que a Universidade de Coimbra poderia ter anunciado um conjunto de outras medidas “sem impactos negativos no esforço e resiliência do mundo rural e do interior”.

O deputado socialista frisa ser contra o fundamentalismo e, quanto a esta matéria, diz que a Universidade de Coimbra, “que já foi espaço de conhecimento e liberdade”, agora apresenta-se como “espaço de proibição”, resolvendo “embarcar no populismo da moda do ataque fácil ao mundo rural, sob a capa das preocupações ambientais”.

No comunicado de Pedro do Carmo é realçado que “depois de anos de discriminação, abandono e desinteresse das elites e dos decisores, num momento em que a valorização do Interior faz parte do discurso político e de medidas concretas”, não aceitamos esta menorização das pessoas e dos territórios do Mundo Rural”.

“Pode a Universidade de Coimbra persistir nos confortos do ambiente urbano com impactos negativos no planeta e nos simbolismos que consequências negativas para o Mundo Rural”, lê-se no documento, “que contarão sempre com uma voz contra de quem defende o Mundo Rural, defende a vida no Interior e defende a existência de equilíbrios que não impliquem que sejam sempre os mesmos a pagar a fatura”.

A terminar o comunicado revela, ainda, que “o populismo pseudo-ambiental da Universidade de Coimbra prestou um mau serviço à coesão territorial e a uma sociedade com equilíbrios justamente distribuídos”.


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