HOSPITAL DE DIA DE BEJA

No requerimento, Pedro do Carmo frisa a importância terapêutica do serviço e o quadro de debilidade física e psicológica em que os pacientes se encontram perante o diagnóstico e os tratamentos e o que apelida de "a preocupante opacidade e falta de esclarecimento público do Conselho de Administração da ULSBA às questões colocadas por um jornalista, bem como a existência de respostas que contradizem a informação que circula entre profissionais, utentes e um pouco por toda a região".

Em concreto, Pedro do Carmo perguntou ao ministro da Saúde se se confirmam os rumores que a preparação dos citotóxicos pode ser suspensa de imediato e se está em causa, no mínimo, o encerramento temporário dos tratamentos com quimioterapia no Hospital de Dia de Oncologia do Hospital de Beja; o que leva o Infarmed a realizar nos últimos meses e num curto espaço de tempo duas inspeções na ULSBA, após a inspeção realizada em 2012; o que foi feito concreta e objetivamente pela Administração entre 2012 e 2016 para ultrapassar os problemas detetados então e se o Conselho de Administração fez nesse período de 4 anos tudo o que estava ao seu alcance para ultrapassar quaisquer problemas que pudessem ter sido detetados e garantir em absoluto a segurança de utentes e profissionais.

Estas são algumas das questões que Pedro do Carmo quer ver respondidas com a máxima urgência e detalhe na informação, de forma a erradicar o alarme social gerado pelas informações que circulam em surdina, deixou claro ainda, o parlamentar.

A Voz da Planície contactou a presidente do Conselho de Administração da ULSBA, com o objectivo de obter esclarecimentos sobre as questões levantadas pelo deputado Pedro do Carmo, que remeteu para o dia de hoje uma resposta.   


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