2020 ADLs

Rota do Guadiana, ESDIME e Alentejo XXI foram três das associações que assinaram contratos.

A Alentejo XXI, com sede em Beja, tem como território de abrangência o concelho onde está sedeada, o centro urbano da capital de distrito, assim como os concelhos de Aljustrel, Castro Verde, Mértola e Vidigueira e coube-lhe pouco mais de 5 milhões de euros, menos 2 milhões do que no quadro comunitário anterior, situação que preocupa Orlando Pereira, desta entidade. Este responsável da Alentejo XXI frisou contudo, que a sua preocupação maior agora, é a de ver desbloquear dinheiro, porque os fundos do quadro anterior estão esgotados, e levar por diante os projetos de desenvolvimento do território em que esta Associação de Desenvolvimento Integrado do Meio Rural opera.

No caso da Rota do Guadiana-Associação de Desenvolvimento Integrado, com sede em Serpa, assinou, na qualidade de Entidade Gestora do Grupo de Acção Local "Margem Esquerda do Guadiana", o contrato para a implementação da Estratégia de Desenvolvimento Local de Base Comunitária de âmbito rural para o território da Margem Esquerda do Guadiana que inclui os concelhos de Mourão, Barrancos, Moura, Serpa e freguesias de Santana de Cambas e Corte Pinto no Concelho de Mértola.

A implementação desta estratégia permite apoiar diferentes investimentos como afirma David Machado, presidente da direcção da Rota do Guadiana.

Quanto à ESDIME o contrato que celebrou, prevê uma dotação global multifundos para o território do Alentejo Sudoeste de cerca de 6,5 milhões de euros.

A ESDIME e os seus parceiros têm a responsabilidade de aplicar e gerir esta dotação no quadro da Estratégia de Desenvolvimento Local aprovada para o território no âmbito do Portugal 2020. Este envelope financeiro vai permitir, assim os procedimentos regulamentares estejam concluídos e publicados pelas autoridades governamentais, o apoio ao investimento em projectos de desenvolvimento promovidos por empresas e instituições locais em áreas como o empreendedorismo e desenvolvimento económico, a diversificação de actividades na exploração agrícola, o desenvolvimento social entre outras.

Isabel Benedito, vice-presidente da ESDIME, espera que agora seja possível retomar um ritmo regular de candidaturas e financiamento porque, nos últimos 3 anos não foi possível haver candidaturas.

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