Professores

Depois da entrega do documento no ministério, os professores e educadores de infância seguem até à Presidência do Conselho de Ministros, onde os governantes estão reunidos. Durante a concentração, estão previstas intervenções por parte das organizações sindicais que convocaram o protesto.

Este protesto na rua surge, segundo a FENPROF, porque o “Governo tarda em iniciar as negociações, com vista à recuperação do tempo de serviço que esteve congelado, apesar de, num primeiro momento, ter revelado uma pressa inusitada”. Ainda segundo, a FENPROF, “esta negociação resulta do disposto no artigo 17.º da Lei do Orçamento do Estado para 2019 e, recorda-se, o Governo pretendeu concretizá-la ainda antes de o mesmo ter entrado em vigor.” é ainda afirmado que “a partir do momento em que passou a vigorar, o Governo parece ter mudado de posição, a ponto de o ministro da Educação ter afirmado recentemente, na Assembleia da República, que o calendário negocial será o que interessar ao governo dentro de um período temporal que se prolongará até final do ano em curso”.

Manuel Nobre, presidente do Sindicato dos Professores da Zona Sul, estrutura afecta à FENPROF, acusa o Governo de ter uma postura “intransigente” e de “não cumprir a lei”.

Ainda de acordo com Manuel Nobre, a luta está “em cima da mesa” e nos próximos tempos podem surgir manifestações nacionais e greves.




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