OviBeja 2015
Castro e Brito, presidente da ACOS, afirmou que Passos Coelho veio à Ovibeja com duas promessas cumpridas, o fim das obras do regadio e a inauguração dos dois últimos blocos de rega. Castro e Brito recordou que o Alentejo já produz mais de 70% do azeite nacional e o país atingiu a auto-suficiência mas, para além do olival, estão a surgir outras culturas que têm contribuído para esta campanha de regadio.

O presidente da ACOS deixou também o alerta relativamente à agricultura e à exploração de gado em extensivo porque, neste capítulo,  as exigências e as restrições do novo quadro comunitário de apoio vão contribuir para a continuação do ciclo vicioso de uma agricultura pobre, com implicações directas na desertificação humana.

Castro e Brito destacou ainda o trabalho da ACOS e lamentou que não seja devidamente reconhecido porque as organizações que estão na capital assumem o principal papel, por vezes em detrimento daqueles que actuam no terreno, junto dos agricultores.

João Rocha
, presidente da autarquia de Beja, falou da importância da Ovibeja para a cidade e para a região e aproveitou a presença de Passos Coelho para recordar que há projectos que importa concretizar para fixar as pessoas referindo-se ao Aeroporto, às obras do IP2 e IP8 e à linha ferroviária.

A resposta do 1º ministro, Passos Coelho foi clara alguns investimentos não foram pensados de forma programada e agora é preciso dar resposta aos mais emergentes. No caso concreto do aeroporto ainda não foi possível encontrar uma solução que o possa rentabilizar.

Depois da sessão de abertura, Passos Coelho visitou o certame, questionado pelos jornalistas sobre as acessibilidades, IP8 e IP2, o 1º ministro não deu respostas concretas deixando apenas a indicação que é um assunto a ver.

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