GREVE MÉDICOS

Recorde-se que a greve foi convocada pelo Sindicato Independente dos Médicos (SIM) e pela Federação Nacional dos Médicos (FNAM) e que entre os motivos estão: a revisão das carreiras médicas e respetivas grelhas salariais, a redução do trabalho suplementar anual, o limite de 12 horas de trabalho semanal em serviço de urgência e o reajustamento das listas de utentes dos médicos de família, de 1.900 para 1.550 utentes. O descongelamento da progressão da carreira médica e a criação de um estatuto profissional de desgaste rápido e de risco e penosidade acrescidos, com a diminuição da idade da reforma, são outros dos motivos identificados.

Os portugueses que se dirigirem hoje, às unidades de saúde só devem esperar ser atendidos nas urgências e nos serviços de quimioterapia, radioterapia, transplante, diálise, imuno-hemoterapia, cuidados paliativos em internamento, mas também na dispensa de medicamentos para uso hospitalar e punção folicular na procriação medicamente assistida.


Comente esta notícia