greve somincor gnr

Este protesto, com três dias de greve, interpolados, foi decretado pelo Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Mineira (STIM) e tem como base as reivindicações de sempre: pelo fim do regime de laboração contínua no fundo da mina, pela humanização dos horários de trabalho, pelo estabelecimento de protocolo, entre a empresa e a Segurança Social, que permita a antecipação da idade de reforma dos trabalhadores adstritos às lavarias, pastefill e backfill e central de betão, pela progressão nas carreiras, pela revogação das alterações unilaterais na política de prémios, pelo fim da pressão e repressão sobre os trabalhadores.

Houve entretanto, uma proposta feita pela Administração relativamente a novos turnos para trabalhadores do fundo da mina, que o STIM garante não ter merecido o acordo da maioria dos trabalhadores. O futuro vai ser ditado pelos mineiros e quem o revela é Luís Cavaco, do STIM, avançando que os plenários regressam em janeiro, para se tomarem decisões.

A SOMINCOR acusa os trabalhadores do facto, desta greve forçar a empresa a parar a produção durante seis dias, pela forma como está a ser realizada e afirma que por esta razão, considera esta paralisação mal-intencionada e ilegal.


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