José Lúcio

No início de 2018 existia “uma pendência de 7 835 processos” e no final do ano “uma pendência de 6923 processos”, o que significa uma descida de 11,64%, situação que o juiz presidente da Comarca de Beja, José Lúcio, aponta como positiva. Pela positiva, José Lúcio releva, igualmente, referindo-se a este facto, como o “acontecimento marcante” de 2018, a instalação a partir de 1 de setembro dos Juízos de Família e Menores e do Trabalho em módulos provisórios situados na cidade de Beja.

O documento indica, contudo, que há dois problemas, que continuam a persistir: a falta de pessoal e de instalações, porque as do Palácio de Justiça, atual, são insuficientes. No que se refere ao pessoal, José Lúcio frisa que continuam a existir muitas vagas por preencher e que alguns dos ativos estão em condições de pedir a reforma, situação que pode condicionar a atividade da Comarca no futuro.

O facto de não ter sido adjudicada a obra das novas instalações do Palácio de Justiça de Beja, em 2018, foi indicado pelo juiz presidente como uma questão preocupante. José Lúcio espera que os concursos sejam novamente lançados e que em 2019 o início das obras seja uma realidade.


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