greve tecnicos

O plenário-geral realiza-se das 10.00 às 14.00 horas e os TSDTs querem, também, audiências com os diversos grupos parlamentares para transmitir, de viva voz, as particularidades do seu processo e as injustiças que o caracterizam, nomeadamente a anulação do tempo de serviço para efeitos de posicionamento remuneratório futuro e na transição para a nova carreira. O objetivo é tornar o decreto-lei em causa mais justo e equitativo nas matérias em que não se chegou a acordo com o Governo.

Caso a apreciação parlamentar de hoje não seja a esperada, os TSDTs revelam que vão avançar com uma nova vaga de greves, a iniciar já no mês de abril, no sentido de verem satisfeitas três reivindicações: que a contagem de tempo de serviço e da avaliação de desempenho anterior ao processo de transição para a carreira especial tenha efeitos de alteração de posição remuneratória futura; que na transição para as novas categorias seja garantido o sentido de proporcionalidade, para que a mesma se possa consolidar em todas as suas potencialidades e desenvolvimento das funções previstas e que a revisão da tabela salarial, nomeadamente a partir do 3º índice de base, vá ao encontro das tabelas salariais de outros grupos profissionais de igual nível de exigência habilitacional e profissional, tendo a nova grelha salarial efeitos retroativos a janeiro de 2018.


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