prisão Beja

O jornal adianta que os Serviços Prisionais reconhecem a existência de um caso e garantem que está a ser feito um rastreio.

O doente já confirmado é uma guarda prisional, mas há mais sete pessoas que estão sob suspeita, cinco são também guardas prisionais, dois são funcionários administrativos.
O Sindicato Independente do Corpo da Guarda diz que a doença ter-se-á espalhado depois do transporte para Caxias de um preso infectado.

Júlio Rebelo, sindicalista, disse à TSF, que a guarda prisional com diagnóstico positivo, está em casa e medicada., quanto aos restantes cinco guardas prisionais, suspeitos de terem também contraído a doença, encontram-se ao serviço, à espera do resultado das análises.

O dirigente do Sindicato Independente do Corpo da Guarda espera agora que a Direção-Geral dos Serviços Prisionais proceda à abertura de um inquérito. Júlio Rebelo considera que se forem apuradas falhas, tem que haver consequências ao nível da direcção da cadeia de Beja, assim como da chefia dos guardas prisionais deste estabelecimento prisional.


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