Justiça

A aprovação daquela despesa, pelo Conselho de Ministros, surgiu depois de não ter sido possível adjudicar a obra através do primeiro concurso público, que tinha um valor base de quatro milhões de euros. Neste concurso foram quatro as entidades que fizeram propostas, mas não foi possível adjudicar porque uma delas entregou a proposta "fora do prazo" e as outras três propuseram valores “acima do preço estabelecido", segundo o Ministério da Justiça.

O novo Palácio de Justiça de Beja vai albergar o Tribunal Administrativo e Fiscal de Beja e os juízos do Trabalho, de Família e Menores e Local Cível do Tribunal Judicial da Comarca de Beja, atualmente instalados em vários locais da cidade. A “dispersão geográfica” destes tribunais e as condições atuais das suas instalações criam constrangimentos que se refletem na diminuição da qualidade dos serviços, afirma José Lúcio, juiz presidente da Comarca de Beja.

José Lúcio diz, ainda, ser um “otimista realista”, referindo que construção, se não houver contratempos, será em 2020 e que a mesma precisará de pelo menos três anos para ficar concluída.

Excertos da entrevista, com o juiz presidente da Comarca de Beja, que pode ouvir nesta terça-feira, nos jornais alargados das 12.00 e das 17.00 horas. Uma conversa a propósito da autorização, por parte do Governo, da despesa, máxima, até 4 milhões e 970 mil euros para o lançamento de um segundo concurso público para adjudicação das obras de construção do novo Palácio de Justiça de Beja.


Comente esta notícia

Galeria de fotos