A Universidade de Évora decidiu, embora ainda estejam a decorrer campanhas de estudo, a reabertura ao público deste espaço para visitas, mediante três modalidades: sem marcação, com marcação e para escolas.

Fernanda Rolo, secretária de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, relevou a importância deste património para a região, país e a nível internacional, assim como o papel da Universidade de Évora neste processo de reabertura do espaço.

Ana Paula Amendoeira, diretora Regional de Cultura do Alentejo, frisou que a reabertura de Pisões é o corolário de um processo, que teve início em agosto passado, mostrou-se satisfeita e referiu que agora é preciso continuar a trabalhar na valorização deste sítio.

Ana Costa Freitas, reitora da Universidade de Évora, explicou o que já foi feito em Pisões, até à sua reabertura e avançou que há vários projetos e candidaturas, em curso, para este espaço.

Bento Caldeira, o professor da Universidade de Évora que dirige o projeto, identificou os trabalhos já realizados, e em curso, deixando claro que Pisões é um processo para demorar anos.

Sónia Calvário, vereadora da Câmara de Beja, marcou presença, no dia de ontem e afirmou que vê com satisfação a reabertura deste espaço, considerando que isso significa também, que o acordo assinado em agosto passado está a ser cumprido.

Recorde-se que no passado dia 24 de agosto foi assinado um acordo de colaboração entre a Universidade de Évora, a Direção Regional de Cultura do Alentejo e a Câmara Municipal de Beja, que assinalou a formalização de um processo em marcha, para valorização, com múltiplas valências, deste património comum e que a abertura da Villa Romana de Pisões, ao público, decorreu desta ação.


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