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Recorde-se que a Windavia devia realizar, entre Abril e Outubro deste ano, um voo semanal para o Aeroporto de Beja, uma operação contratada pelo operador GPS Tour, à partida de vários destinos franceses, que deveria implicar mais de 10 mil passageiros, dois terços dos quais com destino a Tróia e os restantes com destino ao interior alentejano.

A propósito da polémica em causa, opresidente da Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo, Vítor Silva, esclareceu que a agência não tem qualquer relação com a Windavia, tendo apenas apoiado as iniciativas de promoção do destino.

O INAC, a autoridade aeronáutica portuguesa também colocou no seu website, esclarecimentos sobre esta questão, explicando que a Windavia " não é um operador de transporte aéreo, uma vez que não é titular de nenhum dos títulos legais que a habilitaria a tal condição, e que a existirem, teriam sido emitidos por este Instituto". O INAC refere, igualmente, que "a actividade da empresa em causa insere-se no domínio da promoção turística de voos, para o que se tem associado, tanto quanto é do conhecimento do INAC, I.P. a transportadoras aéreas, essas sim devidamente licenciadas e certificadas para o efeito". 

A Windavia, por sua vez, desmentiu o cancelamento de operações, à "Publituris", através da voz de Pedro Bollinger, director-geral. O responsável disse àquela publicação que "o problema foi no mercado francês e que está a ser resolvido, nada tendo a ver com o mercado português". Acrescentou que "os operadores podem estar tranquilos e que a prova é que, apesar de tudo o que se falou, se continua a trabalhar normalmente".


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