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Festival de Arronches aposta a 100% na nova música portuguesa

Festival de Arronches aposta a 100% na nova música portuguesa

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De 7 a 9 de agosto, o Festival de Arronches regressa para a sua 3.ª edição com o cartaz completo já anunciado e bilhetes disponíveis ao público. Ao longo de três dias, a vila raiana transforma-se num ponto de encontro entre artistas emergentes e público, apresentando uma programação que cruza música, literatura, artes visuais e experiências participativas, afirmando-se como uma das principais plataformas de descoberta de novos talentos em Portugal. Na 3ª edição, selecionados através duma Open Call nacional com mais de 640 candidaturas, sobem ao palco Filipa Torres, Rita Onofre, Vasco Ribeiro e os Clandestinos, Tomás de Papel, Bilrus, Swilaw, Serena Kaos, Mind Mojo, Sea Angels, MdM, Branca, Caio, e Catarina Branco.

Com artistas de várias regiões do país e uma diversidade de géneros musicais, o cartaz reflete a pluralidade da nova criação portuguesa e reforça o compromisso do festival com a descoberta e valorização de diferentes linguagens artísticas.

O Festival de Arronches posiciona-se, assim, como um espaço de antecipação artística: um lugar onde se descobre hoje quem poderá marcar os grandes palcos nacionais nos próximos anos.

Ao longo das edições anteriores, o festival tem vindo a destacar projetos que começam a ganhar visibilidade no panorama nacional, incluindo: Lisa Sereno, Marta Lima, Mão Cabeça, Francisco Fontes, Falso Nove, Bela Noia, Mordo Mia, O Mau Olhado.

Este histórico consolida o papel do festival enquanto plataforma de lançamento e valorização da criação emergente.

De 7 a 9 de agosto de 2026, o festival propõe uma experiência imersiva que vai além dos concertos, cruzando diferentes linguagens artísticas e aproximando público e artistas num espaço de encontro e partilha.

Os dias são preenchidos com atividades tanto artísticas (como workshops de pintura e de fotografia) como culturais (como aula de canto tradicional ou de mantas alentejanas).

O público é convidado a participar, explorar e viver o festival de forma ativa., que se estende por vários espaços da vila, desde a Praça de Touros, até ao Convento de Nossa Senhora da Luz, passando também pelo Jardim do Fosso, cruzando património, paisagem e criação contemporânea.

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