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Álcacer do Sal: há mais de 30 anos que não havia inundações

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Álcacer do Sal: há mais de 30 anos que não havia inundações

Foto: Rui Minderico/Lusa

A Câmara Municipal de Alcácer do Sal pediu ontem ao Governo que fosse decretado o estado de calamidade no concelho, devido aos prejuízos causados pelas inundações na cidade e estragos resultantes da passagem da depressão Kristin. Clarisse Campos, presidente da autarquia referiu que a subida do Rio Sado causou várias inundações na baixa da cidade, nomeadamente na Avenida dos Aviadores, a zona mais crítica de Alcácer do Sal, causando prejuízos em habitações, estabelecimentos de restauração, pastelaria e artesanato. Entretanto, também ontem, o Governo decretou estado de calamidade para pelo menos 60 municípios até dia 1 de fevereiro. A última cheia, em Alcácer do Sal, aconteceu há mais de 30 anos.

Ontem, em declarações à agência Lusa, a presidente do município, Clarisse Campos, disse que ainda não era possível avaliar os prejuízos e, por esse motivo, reiterou a importância de decretar o estado de calamidade, porque foram afetados estabelecimentos comerciais, casas particulares e um lar de idosos, que teve de ser evacuado.

A autarca reconheceu que a situação em Alcácer do Sal não é tão grave quanto a de Leiria, onde houve vítimas mortais, mas realçou que “as pessoas precisam de ajuda para voltarem a reabilitar os seus equipamentos e recuperar”.

O Bairro do Forno da Cal, que fica muito próximo da cidade, e as povoações de Santa Catarina, Vale de Guizo e São Romão, são os locais mais afetados, estando as três últimas localidades, desde o fim de semana, com o corte da circulação rodoviária nas estradas de acesso à sede de concelho, devido a terem ficado inundadas.


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