O comunicado da organização diz que “o projeto, desenvolvido pela associação ecologista GAIA e o Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, contactou mais de 80 atores locais, entre eles produtores/as, associações de desenvolvimento local, associações ecologistas, associações empresariais, governo local, empresas agroalimentares, movimentos da sociedade civil e investigadores/as residentes na zona”. E que “o objetivo foi avaliar, em 16 quintas, 36 indicadores de sustentabilidade nas dimensões ambiente, aspetos sociais e culturais, economia, saúde e nutrição, e governação.”
A partir dos dados recolhidos foi possível fazer a “análise FOFA (Forças, Oportunidades, Fraquezas, Ameaças) do agroterritório de Odemira”, assim como identificar e analisar “os principais problemas que na perspetiva dos atores auscultados assolam o sistema agroalimentar.”
Neste sábado, durante a manhã, é apresentado o relatório final e criado um espaço para “coletivamente imaginar o futuro agroalimentar de Odemira, bem como os passos necessários para lá chegar.”
Durante a tarde realiza-se uma Caminhada pelas águas: "Em busca das águas de S. Luís", com Sérgio Maraschin e Carmen Maraschin.
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