A greve da Função Pública convocada para a próxima segunda-feira, 2 de novembro, "poderá provocar constrangimentos em escolas, jardins de infância, hospitais, centros de saúde e vários serviços do Estado", como por exemplo, os tribunais, que vão trabalhar com serviços mínimos. Segundo informação dos próprios sindicatos, é esperada "uma adesão entre 80% e 90%, com a saúde e a educação entre os setores potencialmente mais afetados". Mas, também a maioria das juntas de freguesia do distrito de Beja têm feito saber, através de comunicados enviados à redação da Voz da Planície, que vão estar encerradas. A paralisação foi convocada pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Serviços e de Entidades com Fins Públicos (STTS), ao qual se juntou a Federação Nacional de Sindicatos Independentes da Administração Pública (FESINAP), "num protesto contra questões salariais, regras de progressão na carreira e condições de trabalho".
"O Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Serviços e de Entidades com Fins Públicos (STTS) decretou greve para o dia 2 de novembro de 2026, entre as 00h00 e as 24h00, dos trabalhadores abrangidos pelo âmbito estatutário daquele sindicato, independentemente da natureza do vínculo, carreira, filiação sindical ou setor de atividade, vinculados em regime de emprego público ou em regime laboral comum, integrados nas carreiras gerais, carreiras especiais, carreiras subsistentes, carreiras não revistas, incluindo (...)", pode ler-se no comunicado sindical enviado para os órgãos de comunicação social e que pode ser lido na integra no 'site' do STTS (https://www.stts.pt/).