A Comissão para a Igualdade entre Mulheres e Homens – CIMH/CGTP-IN está a promover a SEMANA DA IGUALDADE, que decorre até ao dia 8 de Março, em todo o país, num total de 26 cidades e em mais de mil locais de trabalho, com o lema: “A Igualdade que Abril abriu. Reforçar Direitos. Cumprir a Constituição.” A comissão diz em comunicado que "apesar dos avanços, as mulheres trabalhadoras confrontam-se com salários mais baixos, carreiras profissionais estagnadas, precariedade, horários desregulados, discriminações derivadas da maternidade. Enfrentam o assédio. Adoecem a trabalhar. Cuidam de todos - sem tempo para si". Para além das iniciativas que os vários sindicatos do distrito irão promover nos locais de trabalho, no âmbito da Semana da Igualdade, a União de Sindicatos de Beja vai realizar amanhã, dia 6 de março, uma "acção convergente" em vários pontos da cidade.
No próximo dia 11 de dezembro, associando-se à greve geral, os enfermeiros do setor público vão entrar em luta, contestando não só o chamado Pacote Laboral, mas também a proposta de Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) apresentada pelo Ministério da Saúde.
A UGT aprovou a decisão de avançar, em convergência com a CGTP, para uma greve geral em 11 de dezembro, contra o anteprojeto do Governo de reforma da legislação laboral, foi anunciado. A decisão foi aprovada por unanimidade e aclamação pelo Conselho Geral da União Geral de Trabalhadores (UGT), sob proposta do secretariado nacional.
Mais de três mil alunos do 1.º ciclo estão neste momento sem professor, segundo uma estimativa da Fenprof, que aponta Lisboa, Setúbal e Faro como as regiões onde as escolas têm mais dificuldades em contratar. A pouco mais de um mês das férias do Natal, a Federação Nacional dos Professores (Fenprof) olhou para os pedidos de professores de todas as escolas e concluiu que há neste momento “480 horários” por preencher, dos quais 142 são para o 1.º ciclo.
Hoje, 24 de outubro, é dia de greve na função pública. Em Beja, os estabelecimentos de ensino do Agrupamento de Escolas N.º 1, os três, têm as portas fechadas. Na autarquia, 85% dos trabalhadores responsáveis pela recolha do lixo aderiram, bem como os do Parque de Materiais, 60%. Na saúde, 60% dos enfermeiros do turno da noite, no hospital da cidade, também fizeram greve. Informações obtidas junto dos dirigentes sindicais.
A Frente Comum perspetiva uma "grande greve" da administração pública nesta sexta-feira, dia 24, contra o Governo, que acusa de degradar trabalho e serviços públicos. O Sindicato prevê o fecho de muitas escolas, perturbações nos serviços de saúde e de justiça, assim como forte adesão de trabalhadores nas autarquias, serviços centrais da administração pública e na cultura e monumentos. A Frente Comum representa 29 sindicatos de todos os setores da administração pública.
O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, avisou hoje, dia 21 de outubro, que, se o Governo mantiver “em cima da mesa” o pacote de alterações à legislação laboral, a resposta pode passar pela convocação de uma greve geral.
O Sindicatos dos Enfermeiros Portugueses (SEP) marcou para esta sexta-feira, dia 17, uma greve nacional contra a proposta do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) do Ministério da Saúde, que prevê concentração, de manhã, frente ao Ministério da Saúde e entrega de abaixo-assinado à ministra. A proposta de ACT "tem como único objetivo poupar dinheiro à custa do trabalho dos enfermeiros" e "facilitar a entrega da gestão pública às Parcerias Público Privadas (PPP)", denuncia o SEP, sindicato afeto à Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP).
O secretário-geral da CGTP sugeriu ao Governo que recue “em toda a linha” nas alterações ao Código do Trabalho, admitindo que a resposta passe por uma greve geral, já defendida por sindicatos da Intersindical e da UGT.
A Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública já entregou o caderno reivindicativo para 2026, no Ministério das Finanças, que exige um aumento salarial de 15% num mínimo de 150 euros, a partir de 01 de janeiro.
"O Governo do PSD/CDS apresentou um ante projeto de alterações à legislação laboral que é um assalto aos direitos dos trabalhadores" e neste contexto, a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP) realiza uma jornada de luta neste sábado, dia 20, que convida a sair à rua para "dizer não às mudanças em cima da mesa". Em Lisboa, a jornada de luta realiza-se no Marquês de Pombal, a partir das 15h00. Os sindicatos do distrito de Beja marcam presença neste protesto.
Sindicatos contestam a simplificação dos despedimentos por justa causa prevista no anteprojeto do Governo de revisão da legislação laboral, questionando a sua constitucionalidade e considerando tratar-se de uma “situação extrema” de corte de direitos dos trabalhadores.
"A Mesa Administrativa confirma a existência de atrasos no pagamento de determinados créditos laborais, nomeadamente o subsídio de Natal de 2024 — já incluído no Processo Especial de Revitalização (PER) em curso — e o subsídio de férias de 2025. Estes valores têm sido objecto de justa preocupação por parte dos trabalhadores e foram referidos na manifestação realizada no passado dia 28 de Julho, junto ao Lar de São Francisco, convocada pelo sindicato que os representa. No entanto, a Mesa Administrativa não se revê no conteúdo em que inverdades e imprecisões dão origem a outro tipo de interpretações que não são as verdadeiramente existentes, sendo que nunca se comprometeu com datas sabendo que não estavam criadas as condições para tal", esclarece o documento enviado à nossa redação.
A Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS) convocou uma greve dos trabalhadores dos museus e monumentos nacionais, a partir de sexta-feira, dia 18 de abril, ao trabalho suplementar e em dias de feriado.
O Sindicato dos Trabalhadores de Arqueologia (STARQ) promove hoje, dia 17 de abril, às 14h00, na Villa Romana de Pisões, no concelho de Beja, uma concentração, para assinalar o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios e para chamar a atenção para a “proteção, conservação e valorização dos vestígios arqueológicos únicos que chegaram até nós, e que urge transmitir para as gerações futuras", de acordo com nota de imprensa enviada à Voz da Planície.
Tiago Oliveira, dirigente nacional da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP), que esteve em Beja na passada sexta-feira, dia 11 de abril, a participar no plenário eleitoral da União dos Sindicatos do Distrito de Beja (USDBeja) e a colocar uma faixa sobre o programa do 1.º de Maio, na Praça da República, afirmou, nas palavras que dirigiu aos trabalhadores presentes, entre outros aspetos, que eleições "são oportunidade para eleger" quem os defende.
A União dos Sindicatos do Distrito de Beja (USDBeja) realizou, no Centro Social do Lidador, na capital de distrito, o seu plenário eleitoral. A lista vencedora passou por unanimidade, e aclamação, e conta com novos quadros. O plenário eleitoral foi encerrado por Tiago Oliveira, dirigente da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP), que enalteceu, entre outros aspetos, o facto de terem entrado novos sindicatos nesta União do distrito.
A União dos Sindicatos do Distrito de Beja (USDBeja) no âmbito dos seus estatutos realiza hoje, dia 11 de abril, a partir das 09h30, um plenário eleitoral sob o lema “ Aumentar Salários -Combater a exploração e a precariedade – Valorizar os Trabalhadores – distrito de Abril – um Alentejo com futuro”, no Centro Social do Lidador, na capital de distrito, para discutir e aprovar o programa de ação para o quadriénio 2025-2029 e a eleição dos órgãos dirigentes desta União para o referido período, onde participarão delegados eleitos pelos trabalhadores dos vários sindicatos que têm representação no distrito e o secretário geral da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP), Tiago Oliveira.
A Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP) promove hoje, dia 5 de abril, uma manifestação nacional em Lisboa, a partir das 15h00. "Esta é uma jornada de luta nacional da maior importância, pelos salários e os direitos, por melhores pensões, contra o aumento do custo de vida, pela defesa dos serviços públicos e das funções sociais do Estado, da segurança social, da saúde, da educação e da habitação", afirma a CGTP. Os sindicatos da União dos Sindicatos do Distrito de Beja (USDB) marcam presença nesta iniciativa.
O Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) propôs aos sindicatos reduzir de 20 para 15 quilómetros o critério de distância mínima que permite aos professores com patologias serem colocados em escolas perto de casa.
A maioria dos docentes quer que o novo estatuto da carreira docente, que está a ser negociado entre Governo e os sindicatos de professores, entre em vigor já no próximo ano letivo e exige mudanças na avaliação de desempenho. As conclusões surgem após um inquérito realizado pelo Sindicato Independente de Professores e Educadores (SIPE), que ouviu 7.191 docentes sobre o processo de revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD).
O Sindicato Nacional dos Bombeiros Profissionais (SNBP) deu um prazo até 10 de janeiro para que o Governo apresente uma proposta negocial. O presidente do SNBP, Sérgio Carvalho, afirmou à Lusa que a tutela “ainda não concretizou uma nova proposta negocial”, apesar de ter já informado que tem resposta às reivindicações dos bombeiros.
A União dos Sindicatos do Distrito de Beja (USDB), afeta à CGTP-IN, promoveu hoje, 17 de dezembro, junto à Casa da Cultura da cidade, a ação de luta “Árvore de Natal das reivindicações dos trabalhadores.” “Aumentar salários e pensões”, “Defender os serviços públicos e funções sociais do Estado” e “Direito à Saúde, Educação e Habitação” são algumas das reivindicações que podem ser lidas nesta árvore que fica exposta para recordar o que não foi cumprido em 2024 e falta cumprir em 2025.
Cirurgias e exames adiados, consultas e serviços encerrados são resultado da greve de hoje dos trabalhadores de saúde, que no período da noite registou uma adesão a rondar os 80%, disse uma dirigente sindical. A adesão à greve, em Beja, rondou os 75%, garantem os sindicatos do setor.
Os trabalhadores da Administração Pública voltam a cumprir uma greve geral esta sexta-feira, dia 6, e a saúde e a educação poderão ser os serviços mais afetados, indicou o vice secretário-geral da Federação Nacional de Sindicatos Independentes da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (Fesinap).
Este sábado, dia 9, a partir das 15h00, em Lisboa, no Cais do Sodré, professores, educadores e investigadores, juntamente com todos os trabalhadores e pensionistas, saem à rua, no âmbito da manifestação nacional convocada pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP). “Aumentar os salários e as pensões” e “defender os serviços públicos e as funções sociais do Estado” são as reivindicações que se vão ouvir hoje neste protesto onde marca, também, presença a União dos Sindicatos do Distrito de Beja (USDB).
No âmbito dos 50 anos de Abril / 20 anos, a Comissão para a Igualdade entre Mulheres e Homens da CGTP, em conjunto com a União de Sindicatos do distrito de Beja USDBeja), realizam, na capital de distrito, um encontro temático em torno da saúde mental no trabalho. Será no dia 6 de Novembro, no Auditório da Biblioteca José Saramago e terá como oradores/as convidados/as: a Dra. Ana Matos Pires, o professor Celso Filipe Silva e a jornalista Ana Elias de Freitas.
A Frente Comum convocou uma manifestação nacional para esta sexta-feira, dia 25 de outubro, em Lisboa, para inverter "as políticas de empobrecimento e de destruição da administração pública". Trabalhadores da administração pública "central, regional e local" juntam-se, a partir das 15h00, em Lisboa, no Marquês de Pombal, para se dirigirem à Assembleia da República e pedir "aumento de salários e pensões, valorização de carreiras e reforço dos serviços públicos". Trabalhadores do distrito de Beja participam nesta iniciativa.
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) iniciou, no passado dia 7, um ciclo de 18 plenários distritais, que termina com a manifestação, em Lisboa, agendada para hoje, dia 5 de outubro, data em que se assinala o Dia Mundial do Professor.
Assistentes operacionais, técnicos superiores e assistentes técnicos estão hoje em greve. Várias escolas do País fecharam e Beja não foi exceção. O presidente do sindicato fala em luta contra a desvalorização da carreira e pede melhores condições de trabalho para estes profissionais.
O ministro da Educação, Ciência e Inovação antecipa que o novo concurso de vinculação, que esteve a ser negociado com os sindicatos, fique concluído até novembro e que nessa altura os professores já saibam onde foram colocados.
Professores para todos os alunos, falta de vagas nas creches, alojamento para os alunos do ensino superior e o primeiro concurso de colocação de docentes, desde há quatro anos, são os maiores desafios que a equipa ministerial enfrenta e que têm desenvolvimentos esta semana pois as escolas têm de abrir as suas portas ao novo ano letivo, a partir de quinta-feira, dia 12, e até segunda-feira, dia 16.
O Governo garante que o apoio financeiro a professores colocados longe de casa em escolas onde é difícil encontrar docentes, e que entra em vigor este mês, vai ser reavaliado tendo em conta as sugestões dos sindicatos.
A recuperação do tempo de serviço congelado dos professores, que vai prolongar-se por quatro anos, começa hoje com cerca de cinco mil professores com dados confirmados, menos de 10% dos que já acederam à plataforma para reconhecimento desse tempo.
O aumento do suplemento de risco para as forças de segurança vai ser pago entre os salários de agosto e setembro, adiantou a ministra da Administração Interna, Margarida Blasco, com retroativos a julho.
A CP – Comboios de Portugal alertou para a possibilidade de “perturbações pontuais na circulação”, devido a uma greve marcada por dois sindicatos, entre esta sexta-feira, dia 9 e 31 de agosto, com especial incidência no dia 15 de agosto.
O Sindicatos dos Enfermeiros Portugueses (SEP) realizou uma concentração nesta sexta-feira, dia 2, pelas 09h30, à porta do hospital de Beja, no âmbito da paralisação marcada para hoje e com as questões da tabela salarial no centro das atenções. O Sindicato garante que vai estar em luta durante este mês de agosto, com a realização de ações nacionais, regionais e institucionais. Na área de abrangência da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo a adesão dos enfermeiros à greve ronda os 70%.
Carlos Teles, presidente da Câmara Municipal de Aljustrel, foi eleito pelo Conselho Regional da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo como seu representante no Conselho Económico e Social (CES).
O Movimento pelos Direitos do Povo Palestiniano e pela Paz no Médio Oriente (MPPM), o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e a União dos Sindicatos do Distrito de Beja (USDB), afeta à Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP-IN), promovem uma ação de solidariedade, protesto e informação por uma Palestina Livre, contra o genocídio em Gaza, pelo fim da ocupação e pela paz no Médio Oriente. Esta ação realiza-se hoje, 19 de junho, pelas 19h00, na Praça da República, em Beja.
Luís Dupont, presidente do Sindicato Nacional dos Técnicos Superiores de Diagnóstico e Terapêutica (STSS), vem a público criticar o Governo, que segundo este responsável, "continua sem dar respostas e sem agendar uma reunião com os Sindicatos representativos destes profissionais, ao contrário do que já aconteceu com os sindicatos de outras carreiras de técnicos superiores na área da saúde, demonstra uma grave falta de respeito por estes profissionais”. Face a esta situação, os profissionais deste setor vão estar em greve, em todo o País, no dia 7 de junho.
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