As empresas promotoras e investidoras de dois projetos, um solar e outro turístico, na zona de Alqueva, estão a contestar um parecer do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), que terá dado origem à emissão da Declaração de Impacte Ambiental (DIA) desfavorável. De acordo com as empresas, que entretanto já apresentaram uma reclamação administrativa, “a decisão coloca em risco um investimento estimado de 350 milhões de euros num projeto que conta com total apoio do município de Moura”. Segundo a FVC Group, a Insun e a Lightsource bp, as três empresas que estão a contestar a DIA desfavorável da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), ao projeto da denominada Central Solar Fotovoltaica do Alqueva, esta declaração foi emitida em janeiro e baseou-se exclusivamente num parecer negativo do ICNF.
O presidente da Câmara de Grândola, Luís Vital Alexandre, revelou ontem que a empresa promotora do projeto da Mina da Lagoa Salgada interpôs uma providência cautelar contra o ‘chumbo’ ambiental da proposta reformulada do investimento. “Após a emissão da DIA [Declaração de Impacte Ambiental] desfavorável, tomámos conhecimento de que a Redcorp interpôs uma providência cautelar com efeitos suspensivos” no Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) de Beja, afirmou o autarca. Para o presidente deste município do distrito de Setúbal, ao recorrer a este mecanismo judicial, a Redcorp - Empreendimentos Mineiros vai “contra a posição da APA [Agência Portuguesa do Ambiente] e, por essa via, de uma decisão administrativa do Estado português”.
A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) deu parecer desfavorável ao projeto da Mina da Lagoa Salgada, para exploração de cobre, chumbo e zinco nos concelhos de Grândola e Alcácer do Sal, após identificar impactes negativos nos recursos hídricos. Numa nota publicada no passado dia 23 de janeiro, a APA refere que, "no âmbito do procedimento de Avaliação de Impacte Ambiental (AIA), emitiu uma Declaração de Impacte Ambiental (DIA) desfavorável na quinta-feira".
A Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) deu um parecer "manifestamente desfavorável" a um decreto aprovado pelo Governo, que permite transferir troços de estradas nacionais e regionais para as câmaras sem a transferência de verbas para manutenção.
O Conselho Diretivo da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) reuniu-se em Faro e decidiu, por unanimidade, dar parecer desfavorável à Proposta de Lei do Orçamento do Estado (PLOE) para 2022.
As populações de águias na região do Alentejo aumentaram nos últimos anos, com a águia-de-bonelli a crescer 140% em 15 anos e a da águia-imperial-ibérica com mais 60% nos últimos três anos, foi anunciado esta semana.
Ao fim de quatro anos de investigação, espeleólogos da Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva (EDIA) conseguem confirmar e identificar um abrigo de morcegos de Ferradura Mourisco (Rhinolophus mehelyi) na Herdade da Coitadinha, Parque de Natureza de Noudar, em Barrancos. Este será provavelmente, o maior e mais importante do género em Portugal, registando para cima de dois mil indivíduos.
O Instituto do Mar e da Atmosfera (IPMA) classifica a seca no distrito de Beja de “extrema”. Associação de Agricultores do Campo Branco (A.A.C.B.) e “homens da terra” fazem o retrato do impacto da falta de chuva. Sublinham que “se não chover nos próximos 15 dias, pastagens e culturas outono/inverno estão perdidas” e “sem ajudas extraordinárias, as explorações de sequeiro não vão sobreviver”.
Os agricultores do Campo Branco, concelhos de Castro Verde e Almodôvar e parte dos de Aljustrel, Mértola e Ourique, estão a sentir dificuldades provocadas pelo aumento dos combustíveis, que encarecem os custos dos fatores de produção e pelo ano agrícola menos bom que esperam devido à falta de chuva, pois aqui a influência do clima é acentuada. De tudo isto falam os agricultores António Tomé e Teresa Mestre.
O Grupo Parlamentar do PSD entregou uma pergunta ao Governo em que questiona o Executivo sobre a atual situação vivida em Odemira.
Todas as terças-feiras temos na antena da Voz da Planície o programa “Falar Claro”. Uma hora de conversa com o habitual painel de comentadores: José Pinela Fernandes, Juvenália Salgado e José Maria Pós de Mina, a partir das 18.00 horas e até às 19.00 horas. O facto do aeroporto do Montijo não avançar, para já, e se o aeroporto de Beja pode ser complementar à Portela são os temas hoje em destaque.
Depois do aeroporto do Montijo ter conhecido um revés, na semana passada, levantam-se vozes em defesa do de Beja. Filipe Pombeiro, presidente da Direção do NERBE/AEBAL, diz que o aeroporto de Beja pode ser complementar à Portela, "com uma boa ferrovia e uma boa rodovia" associadas. O mesmo defende o estudo da FIRMA.
A JSD revela, em nota de imprensa, que já concluiu o projeto social, iniciado em outubro, dedicado aos jovens da Casa Pia de Beja e que consistia na recolha de géneros alimentícios junto do comércio local, com vista à confeção de uma ceia de Natal. Neste sentido, a JSD entrega à instituição, tal como prometido, os géneros alimentícios arrecadados.
O PEV alerta para o facto, de Portugal correr “o risco de vir a ser o único país do mundo com um aeroporto cuja localização é escolhida por uma multinacional”. Em declarações à Voz da Planície, o deputado José Luís Ferreira frisou que o PEV exige que “seja reposto o interesse público” nesta matéria e que “seja cumprida a lei”.
© 2026 Rádio Voz da Planície - 104.5FM - Beja | Todos os direitos reservados. | by pauloamc.com