Quarta-feira é dia de Falar Claro. Neste programa, os comentadores José Pinela Fernandes, advogado, Ana Horta, professora, e Tomé Pires, engenheiro civil, analisam os números da violência contra as mulheres e crianças em Portugal. Os comentadores falam, ainda, sobre os 10 anos de cante património da humanidade que se assinalam hoje, dia 27 de novembro de 2024. O Falar Claro vai para o ar a partir das 10h00.
O Observatório das Mulheres Assassinadas (OMA) da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) contabilizou 25 mulheres assassinadas em Portugal, entre o início deste ano e o passado dia 15, das quais 20 femicídios. Um número igual ao mesmo período de 2023, com a diferente de que este ano temos mais femicídios, ou seja, homicídios em que existe violência de género, do que assassinatos.
O Observatório das Mulheres Assassinadas (OMA) da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) contabilizou 25 mulheres assassinadas em Portugal, entre o início do ano e 15 de novembro, das quais 15 femicídios, segundo dados preliminares divulgados.
O Observatório de Mulheres Assassinadas (OMA) contabilizou, entre 1 de janeiro e 15 de novembro deste ano, 28 mulheres mortas, 22 das quais no contexto de relações de intimidade, segundo os dados preliminares divulgados.
O Observatório da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) contabilizou, até junho deste ano, a morte de 14 mulheres. Por mês, pelo menos duas mulheres foram assassinadas no primeiro semestre deste ano. Das 14 mortes, seis ocorreram em contexto de intimidade.
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