Os dois homens acusados de roubos e sequestros em agências bancárias de várias localidades do país confessaram ontem a autoria dos crimes no início do julgamento no Tribunal de Évora, revelaram fontes judiciais e um dos advogados. As fontes indicaram à agência Lusa que, perante a confissão integral dos factos, o Ministério Público (MP) e as partes prescindiram da produção de prova, tendo o coletivo de juízes que está a julgar o caso agendado a leitura do acórdão para o dia 11 de março. Os dois homens, de 43 e 44 anos, estão acusados da prática de roubos a bancos, com recurso a réplicas de armas de fogo e mantendo os clientes sob sequestro, o que lhes permitiu apropriarem-se de mais de meio milhão de euros.
O Tribunal de Beja marcou para 13 de março a leitura do acórdão do processo que envolve mais de 30 arguidos, de entre os quais 22 pessoas, por alegada exploração de imigrantes no Alentejo. No final da sessão de ontem, em que decorreram as alegações finais do Ministério Público (MP) e dos advogados dos diversos arguidos, o coletivo de juízes agendou a leitura do acórdão para as 14:00 do dia 13 de março.
O Tribunal de Beja marcou para o dia 15 deste mês, às 14:30, a leitura do acórdão referente a 17 arguidos julgados por alegada exploração de trabalhadores imigrantes no Alentejo, revelou hoje um dos advogados. A data da leitura do acórdão foi determinada pelo coletivo de juízes na audiência realizada ontem, 5 de janeiro, à tarde, nas instalações do tribunal. A audiência serviu para discutir a contestação interposta por dois arguidos à liquidação de património que o Ministério Público (MP) considerou incongruente perante os respetivos rendimentos declarados. De acordo com documentos consultados pela agência Lusa, o requerimento apresentado pelo MP identifica património alegadamente incongruente de oito arguidos do processo, seis pessoas e duas empresas, num valor global de 2.179.869,13 euros. Contudo, apenas dois dos arguidos, representados pelos advogados Teresinha Ramos e Cordeiro Lopes, contestaram o pedido de liquidação de património incongruente.
O coletivo de juízes do Tribunal de Beja que está a julgar 17 arguidos por alegada exploração de trabalhadores imigrantes no Alentejo determinou que o acórdão do caso ainda não vai ser lido na segunda-feira.
A Comissão Política Distrital de Beja do PSD em reunião realizada no passado dia 14 de julho, aprovou por unanimidade e como candidata à Câmara de Mértola Maria José Henrique, que apresenta a sua candidatura numa coligação entre o PSD-CDS, nas autárquicas 2025, segundo o documento que chegou à nossa redação.
O Ministério Público (MP) pediu ontem a pena máxima de 25 anos de prisão para os dois alegados homicidas de um casal de idosos alemães numa aldeia do concelho de Beja, revelou um dos advogados do processo.
O Tribunal da Relação de Évora agendou para dia 28 deste mês a divulgação do acórdão sobre os recursos de quatro militares da GNR condenados por crimes contra imigrantes no concelho de Odemira, revelaram os advogados.
O décimo segundo Simpósio de Segurança Informática e Cibercrime – SimSIC 2022 realiza-se hoje, no auditório dos Serviços Comuns do Instituto Politécnico de Beja (IPBeja). Cibersegurança e Privacidade é o tema deste ano e nesta iniciativa é apresentada uma novidade, uma revista científica dedicada à mesma temática.
O bastonário da Ordem dos Advogados exigiu uma intervenção do Governo para resolver os problemas “muito complexos” causados pela imigração “um pouco descontrolada” nos concelhos de Odemira e Aljezur, defendendo a criação de uma ‘task force’.
A Ordem dos Advogados está hoje em Odemira para fazer um ponto de situação e avaliação dos direitos humanos dos trabalhadores agrícolas imigrantes a trabalhar na região.
O Tribunal de Odemira decidiu que os sete militares da GNR que terão sequestrado e agredido imigrantes no concelho vão ser julgados, mas retirou um dos crimes de ofensa à integridade física imputado a um deles.
A Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados, no seguimento da visita a Odemira, no passado dia 5, afirma, em comunicado, ter em curso os contatos e mecanismos necessários para que a grave situação social e de direitos humanos ali registada, se resolva, não apenas no imediato, mas sim que seja absolutamente averiguada e erradicada da realidade do país.
A CIMBAL-Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo entregou viseiras para os advogados do Baixo Alentejo.
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