Alice Neto de Sousa (1993) é uma poeta, nascida em Portugal com raízes em Angola. Autora do poema “Março” escolhido para inaugurar as comemorações oficiais dos 50 anos do 25 de abril, e do poema “Poeta”, que em 2022 conquistou as redes sociais e tem voado pelo mundo. Tem poemas no jornal "Mensagem de Lisboa", foi presença assídua no programa televisivo “Bem-Vindos” na RTP África (2021 a 2023) e poeta residente na Fundação Calouste Gulbenkian (2024). Em 2022, foi distinguida pela Bantumen, como uma das cem personalidades mais influentes da lusofonia. Inquieta por natureza nas palavras e nas escolhas, gosta de liberdade de pensar e de sentir.
Sobre o "Cardápio Poético"
"Um projeto itinerante criado pela poeta Alice Neto de Sousa no qual através da entrega de poemas escritos no momento ou de poemas pré-selecionados, procura fazer chegar o poema certo, à pessoa certa, no momento certo. Ao jeito da poesia como alimento e com inspiração no verso de Natália Correia "Ó subalimentados do sonho, a poesia é para comer" apresenta-se o menu com um tema pré-selecionado e no momento com base na conversa e história partilhada escreve-se um poema na máquina de escrever para entrega ou com base nos ingredientes e “pratos poéticos” apresentados é redigido um poema escolhido do menu".
Nuno Nepomuceno nasceu em 1978 e é autor da trilogia Freelancer, da série Afonso Catalão, de duas séries em formato podcast e de vários contos. Os seus livros são acarinhados pelos leitores, que o transformaram num escritor bestseller e em líder nacional de vendas nas maiores livrarias portuguesas.
Sobre o livro "O Mosteiro"
"Inspirado nos factos históricos que envolveram a construção do Mosteiro dos Jerónimos, O Mosteiro, O Rei Improvável é a estreia surpreendente de Nuno Nepomuceno na ficção histórica. Uma grande narrativa passada na Europa medieval e simultaneamente uma recriação magistral de uma época fascinante, onde o amor e a traição tecem um enredo empolgante, pleno de emoção, romance e tragédia, que irá apaixoná-lo até à última página".
Ana Paula Nunes Baptista nasceu em 1964 e é professora de Inglês há quase quatro décadas. Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas (Francês/Inglês) desde 1986, tem dedicado a sua vida ao ensino e à partilha do gosto pelas palavras e pelas culturas. Paralelamente à docência, encontrou na escrita um espaço de reflexão e expressão pessoal. A sua escrita distingue-se pela sensibilidade, simplicidade e proximidade, criando pontes entre o íntimo e o universal. Convida o leitor a abrandar, a pensar e a viajar através de histórias, ideias e emoções que cruzam o quotidiano com o imaginário.
Sobre o livro "O chá: história, usos, etiqueta, receitas"
"Tudo começou com a procuraram abordar temas do currículo de forma prática, juntando 3 ou mais disciplinas, no caso, o Inglês, a Cidadania e Desenvolvimento e História e Geografia de Portuga, enquanto professora no Agrupamento n.º 1 de Beja.
Ao interrogar-me de que modo poderia fazer a ponte entre essas disciplinas, verifiquei que o chá me apresentava possibilidades de desenvolver uma experiência de aprendizagem e de estimulação sensorial para os alunos.
A preparação de um powerpoint que rapidamente evolui e se tornou monstruoso por via da curiosidade que sempre me animou. Surgiram, entretanto, várias edições e sempre mais enriquecidas com mais informações. Foram 10 meses de pesquisas, leituras e consultas de livros bastante antigos, como por exemplo o de Paracelso (séc.XVI).
O desafio maior foi o de identificar os cerca de 3.000 chás identificados pela entidade internacional ITC (International Tea Council) que regula o comércio mundial do chá. Fiquei-me pelos 500!"
Carlos Campaniço nasceu na aldeia de Safara (Moura), distrito de Beja. Aí viveu até ingressar na universidade, onde cursou Línguas e Literaturas Modernas. É também mestre em Culturas Árabe e Islâmica e o Mediterrâneo. É escritor e programador cultural.
É autor dos romances Molinos (2007), A Ilha das Duas Primaveras (2009), Os Demónios de Álvaro Cobra (2013) – Prémio Literário Cidade de Almada 2012 –, Mal Nascer (2014) – Finalista do Prémio Leya e Prémio Mais Literatura–Revista Mais Alentejo, As Viúvas de Dom Rufia (2016) e Velhos Lobos (2022), diversos contos e do ensaio Da Serra de Tavira ao Rif Marroquino. Analogias e Mitos (2008).
Elsa Serra é contadora de histórias desde 1999. Cofundadora da Associação Histórias Desenhadas e Projeto Clica, onde tem desenvolvido, enquanto animadora, contadora de histórias e formadora de como contar histórias, ateliês de escrita criativa e de expressão dramática desde 1999.
Trabalhou com a DGLAB, a Fundação Calouste Gulbenkian, o Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem, Centro Nacional de Cultura e diversas bibliotecas municipais, câmaras municipais e escolas. Tem, desde 2015, o curso online de contadores de histórias e, desde 2013, o projeto “felizes para sempre” histórias de vida e de amor, reais escritas e contadas pela própria. Criou e desenvolve vários projetos de incentivo à leitura e de inclusão social, e é também formadora, atriz e produtora.
Colaborou com o PNL e venceu o prémio especial, del III Concurso Internacional Cuento En Corto: "A história da velha", concurso organizado por Red Internacional de Cuentacuentos. Representei Portugal como contadora de histórias em diversos festivais estrangeiros. Escreveu vários livros infantis e a obra “Quero ser escritor – manual de escrita criativa”, com Margarida Fonseca Santos. Tem andado de norte a sul do país com formações e sessões de contadores de histórias.
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