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A manutenção dos aviões comerciais da Antonov, que operam em África, deverá ser feita numa unidade industrial que a empresa de aeronáutica portuguesa AeroNeo vai construir no aeroporto de Beja, no Alentejo, foi ontem anunciado.

A manutenção está prevista num memorando de entendimento para uma cooperação mútua, que foi assinado, em Kiev, capital da Ucrânia, entre a Aeroneo, a sua associada Jetlease e a empresa estatal ucraniana de construção de aeronaves e de serviços aeronáuticos Antonov.

O acordo prevê a manutenção dos aviões comerciais da Antonov, que operam em África, na unidade industrial que a Aeroneo vai construir no aeroporto de Beja, "incluindo as suas possíveis renovações, conversões e revalorizações", explica a empresa portuguesa.

A AeroNeo, que tem sede em Portugal e é participada pela suíça GreenParts Holding, vai investir oito milhões de euros numa unidade industrial de manutenção e desmantelamento de aviões e valorização de ativos aeronáuticos, no aeroporto de Beja, que criará 80 postos de trabalho.

Segundo o sócio-gerente da AeroNeo, Dominique Verhaegen, a unidade, que vai "nascer" numa área de 7.500 metros quadrados, deverá começar a funcionar em 2017 e irá começar por criar 30 postos de trabalho, número de poderá chegar aos 80 postos de trabalho efetivos "a partir do terceiro ou do quarto ano".

Desde 2012 que a  AeroNeo manifesta intenção de concretizar investimento no Aeroporto de Beja.

Em novembro de 2012, a empresa anunciava publicamente a intenção de investir em Beja, 11 milhões de euros numa unidade de desmantelamento e valorização de aviões, prevendo a criação de cerca de 100 postos de trabalho qualificados diretos e indiretos

A 31 de julho passado, com a presença de Sérgio Monteiro, o então secretário de Estado dos Transportes, a Ana - Aeroportos de Portugal e a AeroNeo formalizaram, a assinatura de uma licença de ocupação que visava a construção e exploração de uma unidade industrial no aeroporto de Beja, destinada à manutenção, desmantelamento e certificação de componentes recuperáveis de aeronaves. Anunciados são então o investimento de  8 milhões de euros, e a criação de 80 postos de trabalho, começando por 30.


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