Hospital Beja

Das 13 vagas disponíveis, para o Hospital José Joaquim Fernandes, só 4 foram ocupadas. As especialidades mais carenciadas ficaram desertas.

Foram ocupadas duas vagas de medicina interna, uma de pediatria e uma de cirurgia geral, mas esta ainda sem resposta definitiva de ocupação.

Ficaram por ocupar duas vagas de cirurgia geral, duas de ginecologia/obstetrícia, uma de medicina interna, uma de cardiologia, uma de anestesiologia, uma de gastroenterologia e uma de radiologia.

Quanto aos cuidados de Saúde Primários estavam disponíveis 18 vagas para diversos centros de saúde da região, apenas duas foram ocupadas, uma em Aljustrel outra em Serpa. Relativamente à vaga colocada a concurso para saúde pública foi ocupada.

Pedro do Carmo, presidente da Federação do Baixo Alentejo do PS, considera que esta situação é o reflexo do “desinvestimento” que foi feito ao longo de décadas no SNS-Serviço Nacional de Saúde e fala na necessidade de haver uma “mudança de paradigma”.

João Pauzinho, responsável da DORBE do PCP, afirma que esta é uma questão que deverá agravar-se, tendo em conta que muitos médicos estão à  “beira” da idade da reforma e reclama medidas urgentes, por parte do Governo, para atrair estes profissionais de saúde para o interior.

Gonçalo Valente, presidente da Distrital de Beja do PSD, pensa que o Governo tem “muitas culpas no cartório” porque limita-se a abrir os concursos e não toma as medidas necessárias que possam atrair médicos para o interior.




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