“Dirigida a artistas que trabalham com crianças e jovens, o convite pretende criar um coletivo de artistas-mediadores que coloque a prática artística em diálogo com a escola e com os temas que moldam o futuro”, tanto nas salas de aula, como nos pátios, praças, teatros, museus e outros espaços do território, frisou.
Ao longo do projeto “A Nossa Voz”, com coordenação de Madalena Victorino, cada um dos 18 artistas-mediadores que vierem a ser escolhidos vai desenvolver “inquéritos culturais, criações coletivas entre turmas e escolas, laboratórios de experimentação artística e oficinas de curadoria com alunos, que também serão convidados a assumir o papel de programadores de Évora_27”, pode ler-se.
De acordo com a associação, a iniciativa pretende valorizar “artistas-mediadores agitadores, capazes de integrar práticas artísticas contemporâneas no quotidiano escolar”.
E também, continuou a gestora da CEC, capazes de “promover o diálogo intercultural e dar às gerações mais novas voz e responsabilidade na (re)construção das narrativas do seu tempo”.
Fonte da Associação Évora 2027 explicou à agência Lusa que, na prática, a ideia é que estes artistas-mediadores “ajudem os alunos a desenvolver os projetos que, depois, serão apresentados na programação oficial de Évora_27”.
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