Voltar

Educação

Fenprof quer ver promessas do Ministério por escrito, mas admite que acordo será difícil

Educação

Fenprof quer ver promessas do Ministério por escrito, mas admite que acordo será difícil

Foto: Rádio Voz da Planície de Beja

O secretário-geral da Fenprof reconheceu avanços na posição do Governo sobre a recuperação do tempo de serviço, mas quer ver as promessas por escrito e admite que, ainda assim, será difícil alcançar um acordo.

“Houve alguns avanços na negociação, mas ainda longe de permitir falarmos em acordo”, disse Mário Nogueira, à saída da segunda reunião com o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI).

Depois de ter proposto a devolução faseada dos seis anos, seis meses e 23 dias de tempo congelado a uma média anual de 20%, a tutela apresentou hoje uma nova proposta que define a contabilização de 25% nos primeiros dois anos, de 20% em 2026 e de 15% em 2027 e 2028.

Além desta aproximação em relação à posição das organizações sindicais, que defendem uma recuperação mais rápida, o ministro Fernando Alexandre deixou ainda algumas garantias em relação a “linhas vermelhas” apontadas pelos representantes dos professores.

Uma dessas “linhas vermelhas” tem a ver com os efeitos do "acelerador" da progressão na carreira, que permite aos docentes afetados pelos dois períodos de congelamento da carreira recuperar o tempo em que ficaram a aguardar vaga para os 5.º e 7.º escalões

Segundo Mário Nogueira, o ministro reconheceu que são tempos diferentes e assegurou que o tempo recuperado no âmbito do decreto-lei aprovado no ano passado não será descontado nos seis anos, seis meses e 23 dias de serviço congelado.


PUB
PUB

Revista RVP-Ovibeja 2024

PUB
PUB

Concertos

Taylor Swift aterrou no aeroporto em Beja

Acabou de tocar...

Grande feira do Sul 2024 registada pela Voz da Planície, em fotografias

BEJA meteorologia
Top
Este site usa cookies para melhorar a sua experiência. Ao continuar a navegar estará a aceitar a sua utilização.