Professores

A Fenprof é uma das dez estruturas sindicais que convocaram a paralisação e que já tem pré-avisos entregues até meio do próximo mês, o que significa que os professores podem decidir fazer greve num dia e não noutro. A greve às avaliações tem por objetivo paralisar as reuniões de conselho de turma, que precisam da presença de todos os docentes para que se realizem e as notas dos alunos possam ser lançadas, bastando uma ausência para que o encontro tenha que ser reagendado.

Manuel Nobre, presidente do SPZS, explica os motivos que levaram à decisão dos professores de fazerem greve às avaliações.

A greve pode durar até meados de julho e os docentes estão a responder bem a esta paralisação, disse, igualmente, Manuel Nobre, frisando que a “bola” está agora do lado do Governo.

Recorde-se que o Ministério da Educação tentou, ainda na greve convocada isoladamente pelo Sindicato de Todos os Professores (S.T.O.P.), condicionar os efeitos práticos deste tipo de greve, distribuindo às escolas orientações que procuravam esvaziar a paralisação que decorreu entre 04 e 15 deste mês. Situação que os sindicatos contestaram, inclusivamente pela via judicial, acusando a tutela de cometer uma ilegalidade e de violar o direito à greve.


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