greve professores

O protesto, que começou na 2ªfeira, está a decorrer por zonas do país e culmina na 6ª feira, 5 de Outubro, Dia Mundial do Professor, com a realização de uma manifestação nacional em Lisboa.

Os professores e educadores exigem que o governo “honre o compromisso que assumiu, cumpra a lei e respeite a Assembleia da República, ou seja, negoceie o prazo e o modo de recuperar todo o tempo de serviço que cumpriram porque até agora, de forma intransigente, tem recusado contabilizar os 9 anos, 4 meses e 2 dias de actividade desenvolvida pelos docentes nos períodos de congelamento das carreiras”.

Quanto aos horários de trabalho e à aposentação, as estruturas sindicais afirmam que “o governo continua sem apresentar qualquer proposta, recusando a negociação”, relativamente ao reposicionamento na carreira, garantem que “continua sem se saber quando será concretizado” e quanto à redução dos níveis de precariedade que afectam os docentes consideram que “as medidas que têm sido tomadas pelo Ministério da Educação ficam muito aquém das necessidades das escolas e do direito dos docentes à estabilidade no seu exercício profissional”.

Manuel Nobre, presidente do SPZS, estrutura afecta à FENPROF, uma das dez que decretou a greve, considera que esta é a oportunidade para os professores dizerem ao governo que cumpra aquilo com que se comprometeu para 2018 e assuma o que tem pensado para 2019.



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