A Baal 17 refere na sua nota de imprensa, que no "verdadeiro espírito comunitário, o gaspacho é feito a várias mãos e com a ajuda dos comerciantes da vizinhança que doaram tomates, pepino, azeite, alhos, pão, e demais ingredientes necessários para fazer o gaspacho…ou a vinagrada, ou as lavadas ou o “capacho”."
A companhia acrescenta também que, "com pequenas diferenças aqui e ali, são várias as receitas que a Baal17 recolheu junto dos vizinhos e que agora serão confecionadas pelos próprios. Com as receitas, vêm as histórias - de família, da rua, do antigamente e do agora -, que também serão servidas à mesa".
De acordo com a organização, esta é uma forma de "reforçar laços de vizinhança e convocar o envolvimento comunitário; potenciar redes e ativar o prazer da partilha e consequentes descobertas de novas possibilidades dentro nas comunidades; e promover a “cultura como uma festa”, insígnia do NNN – Noites na Nora, são os objetivos do gaspacho comunitário".
Para a Baal17 "o NNN – Noites na Nora também é isto, a redescoberta de um lugar colectivo onde cabem todos os vizinhos do mundo".
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