João Dias

Um encontro para os comunistas darem a conhecer as suas propostas de alteração ao decreto lei 36/2019 de 15 de Março, onde o Governo repõe 2 anos, 9 meses e 18 dias do tempo congelado aos professores entre 2011 e 2017. O PCP não concorda, considera que tem que haver uma contabilização integral do tempo de serviço, ou seja, 9 anos, 4 meses e 2 dias.

João Dias, afirma que tem que existir uma solução negociada e que, na opinião do PCP, tal como aconteceu na Madeira é possível contabilizar o tempo de serviço ao longo de 7 anos, já a partir de 2019. João Dias recorda ainda que para o dia 16 de Abril está marcada uma apreciação parlamentar do decreto lei 36/2019.

Entretanto o PCP promove, em Beja, na próxima 6ª feira, um encontro com professores para divulgar as suas propostas relativamente à contagem do tempo de serviço.










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