Na decisão do cúmulo jurídico o juiz determinou ainda que João Lopes poderia beneficiar de um perdão de um ano se procedesse ao pagamento das indemnizações às vítimas no prazo de 90 dias.
O arguido foi julgado, juntamente com outros seis militares da GNR, num processo que envolveu quatro casos de sequestro e agressão de imigrantes por militares da Guarda, então colocados no Posto Territorial de Vila Nova de Milfontes, em Odemira, ocorridos entre setembro de 2018 e março de 2019.
João Lopes já tinha sido condenado a uma pena suspensa, em julho de 2020, num outro processo judicial, envolvendo igualmente crimes contra trabalhadores imigrantes da região do Indostão.
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