Educação de Adultos

Para o SPZS esta realidade resulta das políticas implementadas pelos governos anteriores e afirma que as mesmas conduziram à eliminação de disciplinas, de pares pedagógicos, que ditaram o fim dos desdobramentos de turmas em determinadas áreas curriculares, o aumento do número de alunos por turma, a criação de mega agrupamentos" e o encerramento de escolas do 1.º ciclo. E são estes, e outros problemas, com os quais se deparam os professores, que o Sindicato quer ver resolvidos, neste ano letivo de mudança, em que é preciso passar das intenções para as políticas efetivas. As declarações são do presidente do SPZS, Manuel Nobre, que fez também, o ponto de situação do que se passa no distrito de Beja, em que ainda há, 9 professores com horário-zero e carência de pessoal auxiliar.

Apesar de tudo, este Governo já tomou a medida de terminar com as bolsas de escola, uma decisão positiva, frisou Manuel Nobre, e que permitiu colocar mais 3 mil professores do que no ano letivo anterior. Mesmo assim, acrescentou, ainda há 25 mil sem colocação.

No final, o presidente do SPZS apelou à participação e à mobilização de todos, no apoio aos sindicatos, na resolução dos problemas da educação, das escolas e dos seus profissionais.


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