CEBAL

Do Alentejo, a iniciativa conta com a participação do Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais Mediterrânicas (ICAAM), do polo de Évora do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (Cibio) e do Centro de Biotecnologia Agrícola e Alimentar do Alentejo (CEBAL). O Centro para os Recursos Biológicos e Alimentos Mediterrânicos da Universidade do Algarve (MeditBio) é a outra entidade que participa no projeto.

Teresa Pinto Correia, diretora do ICAAM, da Universidade de Évora explica que a ideia para a criação do projeto Centro MED surgiu, partindo do pressuposto que estas unidades de investigação, situadas no sul do país, atuam em áreas que se complementam e que têm em comum a preocupação com as questões do sistema mediterrânico.

A diretora do ICAAM explica que “criar um centro maior e com mais competências” é o objetivo deste projeto que pretende, sobretudo, explorar uma abordagem interdisciplinar para garantir uma maior eficácia na resposta às questões que se colocam na prática.  

O projeto designado Centro MED, ou seja, Instituto para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento no Mediterrâneo, foi candidatado, em 2018, à Fundação para a Ciência e Tecnologia.

Teresa Pinto Correia explica o ponto de situação da candidatura, revelando, ainda, que nos dias 27 e 28 de junho, vão realizar-se as primeiras Jornadas MED, com o objetivo de dar visibilidade à investigação que já é desenvolvida nos quatro centros envolvidos e, também, ao projeto do centro MED.

Com a concretização do projeto, o centro MED vai contar com cerca de 180 investigadores doutorados e será a única unidade de investigação, no sul de Portugal, a integrar agricultura, alimentação, desenvolvimento rural e ambiente. 


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