O percurso inclui paragens em locais emblemáticos como a Estação Ferroviária de Amoreiras-Gare, símbolo do desenvolvimento da Linha do Sul, e a antiga Fábrica de Pranchas de Cortiça (1932), testemunho da atividade industrial local. A manhã inclui ainda uma demonstração da confeção de alcôncoras, doce tradicional da região, a atuação do Grupo Coral Feminino de Amoreiras-Gare e momentos de convívio, terminando com almoço de gastronomia tradicional.
Durante a tarde, a atividade segue caminho até São Martinho das Amoreiras, com um percurso pedonal pela Rua do Algarve, visitas interpretativas ao património local e momentos culturais que evocam a história e identidade da aldeia. O programa inclui ainda uma visita ao Centro de Valorização da Viola Campaniça, oficinas de saberes tradicionais e atuações musicais com o instrumento identitário da região.
A atividade integra o projeto “Tempo de Incluir”, uma iniciativa que procura combater a exclusão social através da arte participativa, promovendo a inclusão, a valorização da memória coletiva e o acesso democrático à cultura, com financiamento através do Programa Alentejo 2030. Ao longo das diferentes edições da “Viagem no Tempo”, serão recolhidos testemunhos e memórias que darão origem à criação de um documentário a apresentar futuramente na Mostra de Arte Participativa de Odemira.
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