A OCDE recomenda a Portugal fortalecer a integração no mercado de trabalho de trabalhadores mais velhos, desempregados de longa duração e jovens e aumentar os incentivos para uma vida ativa mais longa, para combater escassez de mão-de-obra. No 'Economic Survey' de Portugal divulgado ontem, a OCDE salienta que a falta de mão-de-obra e o envelhecimento da população "deverão afetar o crescimento económico de Portugal, apesar dos recentes e elevados fluxos de trabalhadores estrangeiros". Esta escassez verifica-se em setores-chave, principalmente na manufatura, construção e saúde, bem como em setores sazonais e muitas empresas sinalizam dificuldades em encontrar trabalhadores qualificados adequados.
Os professores das escolas portuguesas são dos mais satisfeitos com o seu trabalho entre os da OCDE, mas 27% dos docentes jovens ponderam abandonar a profissão nos próximos cinco anos, segundo um inquérito internacional divulgado.
Mais de 80% dos trabalhadores com ensino superior têm um rendimento acima da média em Portugal e cerca de um terço ganha mais do dobro, segundo um relatório da OCDE divulgado, que confirma mais-valias também na empregabilidade.
Os professores portugueses têm salários mais elevados do que a média dos trabalhadores com formação superior, mas perderam poder de compra na última década, segundo um relatório da OCDE divulgado.
O economista Álvaro Santos Pereira foi hoje escolhido para governador do Banco de Portugal (BdP), sucedendo no cargo a Mário Centeno, anunciou hoje o Governo.
A Ordem dos Médicos considerou que o relatório da OCDE sobre o uso dos serviços de saúde “reflete alguma ineficiência” na gestão do Serviço Nacional de Saúde (SNS), alertando que Portugal ficou para atrás.
A União Europeia (UE) tinha em 2022 falta de 1,2 milhões de profissionais de saúde, uma “grave crise” que será agravada com a reforma de um terço dos médicos e um quarto dos enfermeiros nos próximos anos.
Segundo o relatório internacional Programa de Avaliação Internacional de Alunos (PISA) 2022, oito em cada 10 estudantes portugueses de 15 anos consideram que é "importante ouvir várias perspetivas antes de tomar uma posição sobre um determinado assunto." O estudo coloca Portugal em primeiro lugar num ranking que engloba 38 países.
Portugal está entre os 12 países com desempenho acima da média ao nível do pensamento criativo, indica um novo relatório do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA), da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).
Os cuidados de saúde primários registaram, em 2022, um desempenho de qualidade acima da média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), revela um estudo elaborado pela Entidade Reguladora da Saúde (ERS).
Os alunos portugueses de 15 anos pioraram os seus desempenhos nos testes internacionais de Matemática e Leitura do PISA de 2022, invertendo a tendência de melhoria que se vinha registando na última década. Os dados dizem, igualmente, que, nestas duas matérias, que os discentes carenciados são os que revelam mais dificuldades.
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo é parceira de um projeto da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) que visa melhorar os ecossistemas mineiros em 10 regiões de cinco países europeus, foi divulgado.
Cerca de um em cada dez jovens em Portugal não estuda nem trabalha, menos do que a média da OCDE, segundo um relatório divulgado que destaca o aumento de portugueses com ensino superior.
A maioria dos professores portugueses do 3.º ciclo ganha menos oito mil euros, anuais, do que a média da OCDE, revela um relatório que considera os ordenados um “fator determinante da atratividade da profissão”.
Portugal deveria adotar um sistema diferenciado de propinas em que o valor pago pelos estudantes do ensino superior seria definido com base em critérios socioeconómicos, recomenda a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).
Em média, segundo o estudo “Prevenir a Utilização Nociva do Álcool”, os portugueses consomem 12 litros de álcool por ano, um dos registos mais elevados dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).
Braga, Lisboa, Évora e Coimbra são os distritos onde é maior a vontade de trocar a vida da cidade pela do campo. Ponta Delgada, Beja, Castelo Branco e Viana do Castelo são os distritos em que mais portugueses afirmam sentir-se mais felizes no meio rural.
A EAPN Portugal/Rede Europeia Anti Pobreza entregou uma “Carta aberta aos poderes políticos sobre a pobreza em Portugal” onde sustenta que o combate à pobreza deve ser a "prioridade das prioridades" do país. A OCDE diz que “Portugal é dos países desenvolvidos onde é mais difícil sair da pobreza ou, do outro lado, deixar de ser rico”, lembra a EAPN.
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