Os técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica convocaram para hoje e amanhã, duas concentrações, em Lisboa e no Porto. Os profissionais do setor mostram-se descontentes com aquilo que dizem ser a "falta de resposta de tutela". Os trabalhadores vão ainda entregar uma moção.
Para o STSS os critérios definidos vão criar desigualdades entre profissionais, que correram exatamente o mesmo risco, pois nem todos serão abrangidos.
O Sindicato Nacional dos Técnicos Superiores de Diagnóstico e Terapêutica (STSS) lamenta que a Entidade Reguladora da Saúde (ERS), e defendendo que os Testes Rápidos de Antigénio devem ser feitos por profissionais de saúde devidamente qualificados nos termos da lei, não coloque na linha da frente os Técnicos de Análises Clínicas e Saúde Pública (TACSP), que integram o grupo profissional dos Técnicos Superiores das Áreas de Diagnóstico e Terapêutica (TSDT).
O défice de Técnicos Superiores de Diagnóstico e Terapêutica é preocupante e começam a surgir consequências graves na saúde dos Portugueses. Este é um alerta que o STSS tem vindo a fazer há vários anos, junto da tutela e dos grupos parlamentares e que vê, agora, esta situação agravada pelo contexto excecional que atravessamos.
O Sindicato Nacional dos Técnicos Superiores de Diagnóstico e Terapêutica (STSS) pediu uma reunião urgente ao primeiro-ministro. “Em cima da mesa” estão temas como “o Programa de Estabilização Económica e Social - Reforço do SNS, a contratação de profissionais, o reforço da resposta da rede laboratorial, a valorização da Saúde Pública, a carreira e os descongelamentos.”
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