A associação ambientalista Zero alertou que o regadio coletivo de Alqueva tem contribuído para o "colapso" da biodiversidade, com o desaparecimento das populações da espécie ameaçada da flora "Linaria ricardoi" e a destruição de charcos temporários mediterrânicos.
Hoje o Município de Odemira promove ações de educação ambiental sobre charcos temporários e flora nativa, em Vila Nova de Milfontes.
O BE pediu esclarecimentos ao ministro do Ambiente e da Ação Climática sobre a destruição de mais cinco charcos temporários mediterrânicos destruídos pela instalação de estufas, em Odemira.
O Município de Odemira promove hoje, uma ação de remoção de chorão, uma planta invasora, entre as 10.00 e as 12.30 horas, no Centro de Interpretação dos Charcos Temporários Mediterrânicos do Sudoeste Alentejano, junto à Praia do Malhão, na Freguesia de Vila Nova de Milfontes.
“Viver o Clima no Baixo Alentejo” é um projeto promovido pela CIMBAL, do qual a EDIA é parceira, e com ele pretende-se a “implementação de medidas concretas nos 8 concelhos que simultaneamente integram a CIMBAL e se inserem na área de influência do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva, EFMA”.
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