A final da 12ª edição do Apps for Good reuniu os projetos de alunos do ensino básico, secundário e pela primeira vez, do ensino superior, foram premiados os melhores projetos e propostas inovadores que respondem aos desafios reais nas áreas da educação, saúde, igualdade de género, indústria, inovação, sustentabilidade, ação climática, cidades e comunidades sustentáveis, erradicação da pobreza, justiça e instituições eficazes.
A 12ª edição do Apps for Good, contou com a participação de 188 escolas e envolveu 396 professores, dos quais 60% já haviam participado em edições anteriores, o que revela a continuidade e o reconhecimento do valor do Apps for Good. O programa evolveu 3.816 alunos ao longo de todo o ano letivo dos quais 46% foram raparigas, o que confirma o crescente envolvimento e participação em projetos desta natureza. Estes números revelam um crescimento do projeto em todos os campos (número de escolas, professores e alunos) face à 11ª edição, o que vem comprovar o sucesso desta iniciativa no panorama educativo português.
Na vertente de ensino superior, que se realizou este ano pela primeira vez, participaram 9 instituições de ensino, 500 alunos e 20 professores, com 93% dos projetos a serem desenvolvidos na área da educação. Esta forte adesão ao projeto vem confirmar a aposta inovadora do CDI Portugal em alargar o projeto ao Ensino Superior, numa iniciativa pioneira da rede internacional Apps for Good.
Ao longo dos seus 12 anos de existência, o Apps for Good já envolveu mais de 35 mil alunos, 1.800 professores e 800 escolas, responsáveis pela criação de milhares de soluções tecnológicas. O impacto do programa vai além da dimensão técnica, contribuindo para o desenvolvimento de competências como criatividade, pensamento crítico, liderança, colaboração e comunicação, bem como para uma maior vontade dos participantes de contribuírem para um mundo melhor.
João Baracho, Diretor-Executivo do CDI Portugal, sublinha que “A final do Apps for Good mostrou-nos que há uma geração pronta para olhar para os desafios das suas comunidades não como problemas sem solução, mas como oportunidades para criar e agir. Ao longo deste percurso, os alunos desenvolveram aplicações, mas desenvolveram sobretudo confiança, pensamento crítico, capacidade de colaboração e a consciência de que a tecnologia só cumpre verdadeiramente o seu propósito quando está ao serviço das pessoas. É esta passagem de consumidores a criadores que queremos continuar a promover nas próximas edições”, sublinha João Baracho.
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