A associação ambientalista Zero criticou as medidas previstas no Plano Regional de Eficiência Hídrica (PREH) do Alentejo por considerar que incluem a expansão dos grandes regadios e a atribuição de subsídios públicos a este setor.
Um grupo de organizações e movimentos cívicos exigiu transparência e uma participação pública efetiva no processo de criação da nova estratégia nacional para o regadio, numa carta aberta dirigida à ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes.
O ciclo “Terra e Paisagens no Sul” sugere para esta quinta-feira, às 21h00, no Núcleo Museológico da Rua do Sembrano, em Beja, a conferência “Posse e uso da terra: A degradação dos recursos naturais no Baixo Alentejo.”
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) alerta sobre a “situação dos elevados custos dos fatores de produção, que estão a criar dificuldades aos agricultores.” A Confederação destaca a “demora na concretização da medida da «Eletricidade Verde», aprovada na Assembleia da República”, que “deveria estar em vigor desde o passado dia 1 de Janeiro”.
A Confederação Nacional dos Agricultores denuncia, em comunicado, uma política do Governo de concentração de propriedade, que pretende “tirar aos pequenos para dar aos grandes”. Em causa está o direito à propriedade, com a futura criação de uma lei que permite retirar propriedades de pequenos proprietários rurais para entregar a grandes interesses económicos.
A Direção Regional do Alentejo (DRA) do PCP frisa, em comunicado, a propósito dos relatos relacionados com os imigrantes de Odemira e de outros concelhos do distrito, que é preciso “combater a exploração” e “dignificar o trabalho e os trabalhadores”.
O deputado do Bloco de Esquerda Ricardo Vicente questionou o Governo sobre a “instalação abusiva e desregulada de culturas intensivas e superintensivas em Portugal.” Os olivais, o amendoal, as culturas em estufa e outras que não têm regulamentação eficiente e que estão a ter fortes impactos ambientais e na saúde pública, no que se refere aos campos do Alentejo, mereceram atenções do parlamentar.
Nos balanços de 2020 e nas perspetivas para 2021 damos hoje voz à coordenadora distrital do BE. Alberto Matos destaca o facto, de 2020 ser “um ano para recordar pelas lições que tem dado” e cujo “destaque mais positivo vai para o SNS, assim como para os profissionais que o integram que em muito têm contribuído para ultrapassar a pandemia.” Em 2021 frisa que “estarão de volta os velhos problemas do país e da região.”
O Bloco de Esquerda apresentou um projeto de resolução na Assembleia da República sobre o “Trabalho Agrícola pelo Combate à Precariedade e Promoção da Formação e Qualificação Profissional”.
O GAIA Alentejo, o Movimento Alentejo Vivo e a Associação Ambiental Amigos das Fortes realiza hoje, uma “acção pelo mundo rural no dia da Greve Global pelo Clima”, pelas 17.00 horas na Praça da República, “em frente à Câmara Municipal da cidade de Beja.” A ação decorre até cerca das 22.00 horas.
Depois do PS, PSD, CDS, Iniciativa Liberal e Chega terem chumbado, na semana passada, todos os projetos sobre ordenamento do olival e amendoal intensivo e superintensivo apresentados pelo BE, PCP, PEV e PAN, a Coordenadora Distrital de Beja do BE vem, em comunicado, acusar “o rolo compressor do lóbi agrário” de promover o trabalho escravo.
Em nota de imprensa, o PCP reage às acusações do Bloco de Esquerda, que acusa o PCP de ter votado contra uma proposta que visava travar o investimento público em regadio destinado a sistemas agrícolas de monoculturas neste Orçamento do Estado. A proposta viria a ser chumbada com os votos contra do PCP, PS, PSD, CDS e Iniciativa Liberal.
O Bloco de Esquerda (BE) informa que foi “chumbada a proposta” que apresentou, no âmbito do Orçamento do Estado para 2020 (OE2020), e que visava “travar o investimento público em regadio destinado a sistemas agrícolas de monocultura”. O BE afirma que “a proposta foi chumbada com os votos contra do PS, PSD, CDS-PP, PCP e IL”.
“Sabemos que o uso da água de Alqueva, infelizmente, tem servido para valorizar este modelo de exploração predadora - monoculturas – e não trouxe aquilo que a população precisa”. A afirmação de João Dias foi feita, no último sábado, na sessão pública organizada pelo PCP em que se centraram atenções nas culturas intensivas e superintensivas.
O PCP realiza, neste sábado, uma sessão pública sobre monoculturas intensivas e superintensivas, com concentração junto ao coroamento da Barragem do Enxoé, no concelho de Serpa, a fim de apresentar as medidas legislativas que deram entrada na Assembleia da República em defesa das populações.
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