As últimas semanas têm sido intensas, no que ao futebol distrital diz respeito, e não falamos nas agressões dentro e fora de campo entre jogadores, o que é sempre lamentável, mas da troca de treinadores. O Serpa no Campeonato de Portugal alterou Ricardo Barão pelo seu pai Francisco Barão, mas este só viria a ficar uma semana. O novo técnico é agora João Trindade que já venceu o líder Atlético da Malveira no passado fim de semana. Em Castro Verde depois da derrota frente ao Almodôvar, João Paulo abriu a porta da saída, entretanto Rúben Vaz e Rúben Lança assumem a equipa, não se sabe se provisoriamente ou até ao final da época. O Moura Atlético Clube perdeu com o Albernoa e João Portela não aguentou um conjunto de maus resultados, entretanto José Manuel Rações já treinou na passada terça feira. No Despertar Sporting Clube, Jesus Necas colocou o lugar à disposição e será Miguel Romão a orientar provisoriamente os trabalhos. No Piense, Ricardo Cravo saiu depois de um fim de semana onde o clube já não conseguiu o apuramento para a segunda fase e quem orienta a equipa ate final da época são os adjuntos Francisco Pica e António João Ripado.
Os agricultores lamentaram a falta de apoios financeiros por parte do Governo para fazer face aos problemas relacionados com a seca, situação que está a levar à redução dos efetivos pecuários, alertam.
A Comissão Política de Secção de Beja do Partido Social Democrata (PSD) reuniu-se com a Direção da Associação dos Agricultores do Baixo Alentejo (AABA). Ouviu, entre outras, preocupações relacionadas com o “aumento dos custos de produção”.
A Associação Portuguesa dos Industriais de Alimentos Compostos para Animais (IACA) defendeu, esta semana, que Portugal deve aumentar a produção das matérias-primas da ração animal e tornar-se autossuficiente, devido à subida dos custos provocada sobretudo pela guerra.
O gasóleo agrícola, comparando com o preço médio de janeiro de 2021, custa mais 89 cêntimos, assegura a CNA, frisando que a “agricultura não aguenta”. Pede, esta Confederação Nacional da Agricultura, regulação dos preços dos combustíveis e dos custos de produção.
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) diz que Orçamento do Estado (OE) para 2022 “agudiza a situação financeira das explorações agrícolas”. Recordamos que o processo do OE2022 termina hoje e que o documento vai passar no parlamento onde o governo do Partido Socialista (PS) tem maioria absoluta.
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) defendeu esta semana que as medidas anunciadas pelo Governo para mitigar a escalada energética resolvem apenas uma “muito pequena parte” dos aumentos, pedindo a criação de tetos máximos.
As vendas de borrego criado no Alentejo, nesta Páscoa, aumentaram face ao ano passado, muito graças à exportação, mas há produtores que se queixam do aumento dos custos de produção, devido à guerra e à seca.
A situação de seca “melhorou um pouco” no distrito de Beja com as chuvas registadas no início da primavera, mas os prejuízos provocados antes são “irrecuperáveis”, segundo o presidente da ACOS - Associação de Agricultores do Sul.
O Conselho de Ministros aprovou um pacote de medidas para conter os preços dos bens energéticos e agroalimentares. Redução do Imposto Sobre os Produtos Petrolíferos (ISP) com impacto no preço final a suportar pelos consumidores nos combustíveis e eletricidade e alargamento do apoio às famílias mais vulneráveis são para implementar.
Os agricultores pediram ao Governo que aplique uma lei que impeça que o preço pago pelos seus produtos fique abaixo do valor do custo de produção. Uma posição defendida pela Confederação Nacional da Agricultura (CNA).
As empresas portuguesas de rações, que registavam um aumento contínuo dos custos das matérias-primas desde 2021, estão a braços com preços “loucos” face à guerra na Ucrânia e anteveem impactos em toda a cadeia alimentar.
A Associação das Mulheres Agricultoras e Rurais Portuguesas, filiada na Confederação Nacional da Agricultura (CNA), pede a redução dos preços dos fatores de produção pelo direito a produzir e alimentar em defesa da paz.
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) diz que medidas anunciadas para combater a seca não respondem de forma eficaz às grandes dificuldades que os agricultores estão a enfrentar. Depois de se ter ido a Bruxelas “negociar” apoios, para a agricultura portuguesa minimizar os efeitos da seca, “a montanha pariu um rato”.
Os produtores de porco alentejano estão a ter um ano “péssimo” para a engorda dos animais, devido à seca e à falta de pastagens para alimentar os animais, revelou hoje o presidente da associação de criadores.
O Instituto do Mar e da Atmosfera (IPMA) classifica a seca no distrito de Beja de “extrema”. Associação de Agricultores do Campo Branco (A.A.C.B.) e “homens da terra” fazem o retrato do impacto da falta de chuva. Sublinham que “se não chover nos próximos 15 dias, pastagens e culturas outono/inverno estão perdidas” e “sem ajudas extraordinárias, as explorações de sequeiro não vão sobreviver”.
No seguimento do recente comunicado do IPMA relativamente à seca em Portugal, que classifica de “situação complexa”, a Federação de Associações de Agricultores do Baixo Alentejo (FAABA) manifesta a sua “grande preocupação relativamente à agricultura de sequeiro, à pecuária extensiva e também à falta de reservas hídricas, quer para o abeberamento animal, quer para o regadio.”
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) alerta sobre a “situação dos elevados custos dos fatores de produção, que estão a criar dificuldades aos agricultores.” A Confederação destaca a “demora na concretização da medida da «Eletricidade Verde», aprovada na Assembleia da República”, que “deveria estar em vigor desde o passado dia 1 de Janeiro”.
Os agricultores têm vindo a chamar a atenção para a inviabilização de muitas explorações agrícolas que deixam de ter condições para suportar o abrupto aumento dos encargos, considerando o aumento generalizado dos fatores de produção para a agricultura, nomeadamente combustíveis, adubos, rações, cereais, e ainda a subida dos custos de energia elétrica para valores que podem atingir o triplo do preço.
As atividades e estabelecimentos que estão abertos ao público durante o confinamento geral, porque disponibilizam bens ou serviços de primeira necessidade ou considerados essenciais na presente conjuntura, são 52. Conheça a lista aqui na sua rádio.
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