O Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura e das Indústrias de Alimentação, Bebidas e Tabacos de Portugal (SINTAB) denuncia que "os trabalhadores imigrantes, a residir em Portugal, maioritariamente agrícolas, sujeitam-se a entrar no nosso País «pela mão» de intermediários, sob a promessa de obtenção de um contrato de trabalho digno que depois não se concretiza". E que "esta é uma prática que continua a ser financeiramente muito rentável por não haver fiscalização da parte das entidades competentes".
O Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura e das Indústrias de Alimentação, Bebidas e Tabacos de Portugal (SINTAB) "tem estado a fazer acompanhamento aos trabalhadores imigrantes", quer contribuir para a "sua integração", mas diz precisar da ajuda dos municípios neste propósito.
O SINTAB denuncia que há 28 imigrantes em Cabeça Gorda, concelho de Beja, que “vieram à procura de promessa de trabalho” e que “ficaram sem rendimentos e sem alojamento”.
O SINTAB - Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura e das Indústrias da Alimentação, Bebidas e Tabacos de Portugal promove, a partir de hoje e até sexta, dia 19, uma semana de contactos e esclarecimento com ações de contacto com os trabalhadores agrícolas em várias empresas do distrito de Beja.
O SINTAB e a USDBeja realizaram hoje, na USDBeja, em Beja, uma conferência de imprensa para denunciar “a exploração sobre os Trabalhadores migrantes no Alentejo, que a pandemia veio agora colocar a nu.” Nesta conferência ouvimos Maria da Fé Carvalho, da USDBeja, Fernando Rodrigues e Daniel Bernardo, do Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura, Indústrias de Alimentação, Bebidas e Tabaco de Portugal, que denunciam algumas situações vividas no Alentejo assim como demonstram a dificuldade que os sindicatos têm em ajudar estes imigrantes na denúncia das injustiças que vivem.
O SINTAB e a USDBeja fazem hoje, pelas 11.00 horas, na USDBeja, em Beja, uma conferência de imprensa para denunciar “a exploração sobre os Trabalhadores migrantes no Alentejo, que a pandemia veio agora colocar a nu.”
A FESAHT - Federação dos Sindicatos de Agricultura, Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo de Portugal diz que tem, “desde há quase meia década, alertado, tanto para as péssimas condições laborais e de habitação a que estes trabalhadores estão sujeitos, como para o seu contínuo agravamento”, referindo-se à situação dos trabalhadores agrícolas, migrantes, de Odemira.
Está a decorrer, até 11 deste mês, a semana de luta descentralizada da CGTP, em defesa de aumentos salariais generalizados, redução do horário de trabalho e emprego com direitos. As ações no distrito começaram prosseguem hoje e terminam sexta-feira.
A CGTP marcou para o início deste mês de dezembro, uma semana de luta descentralizada, para decorrer entre os dias 7 e 11, em defesa de aumentos salariais generalizados, redução do horário de trabalho e emprego com direitos. As ações no distrito realizam-se, também, até sexta-feira, dia 11.
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