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Ambiente

ADPM com estratégia transfronteiriça para regeneração do ecossistema montado

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ADPM com estratégia transfronteiriça para regeneração do ecossistema montado

Foto: Site da ACOS

O projeto CI Montado-Dehesa: Estratégia transfronteiriça por uma regeneração do ecossistema junta Portugal e Espanha na definição de um plano de ação comum para a conservação e regeneração do ecossistema de montado, ligando proprietários, investigadores, associações e entidades governamentais em territórios de aprendizagem, avança a Associação de Defesa do Património (ADPM) no comunicado enviado à nossa rádio.

"O projeto CI Montado-Dehesa acaba de divulgar o seu vídeo de apresentação, no qual mostra como esta iniciativa de cooperação transfronteiriça pioneira visa estabelecer uma estratégia integrada para melhorar a conservação e assegurar a regeneração deste ecossistema único.

A baixa rentabilidade das explorações pecuárias e elevados impactos das alterações climáticas são acompanhadas de uma intensificação ou abandono das explorações. O projeto, lançado no âmbito do programa Interreg POCTEP (2021-2027), cofinanciado pelo FEDER, mobiliza entidades públicas, produtores, investigadores e associações de Portugal e Espanha, com o objetivo de reverter esta tendência.

Foram definidos quatro Territórios de Aprendizagem em Portugal (Parque Natural do Vale do Guadiana e ZEC Monfurado) e Espanha (Sierra de San Pedro e Parque Nacional de Monfragüe e Parque Natural Sierra Morena de Sevilla). Estes territórios têm como objetivo de reunir atores chave, como produtores, administração publica e investigadores, para debater problemas e soluções.

Nestes espaços, estão a ser testadas diferentes intervenções, num total de 13 áreas-piloto (520 hectares), com o objetivo de melhorar a saúde dos montados. “Essa melhoria passa por uma avaliação inicial do que cada propriedade precisa, em articulação com o proprietário, para definir medidas”, com o objetivo de assegurar a manutenção dos montados, explica María Bastidas da Associação de Defesa do Património de Mértola (ADPM).

As intervenções são implementadas tendo em conta as especificidades de cada exploração, avaliadas através de indicadores visuais. “Daqui a um ano vamos voltar a avaliar esses mesmos indicadores e tentar compreender se houve uma melhoria do estado ecológico do montado, informa Maria Helena Guimarães do Instituto Mediterrâneo para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento (MED) da Universidade de Évora.

“Para melhorar o pasto, o que pretendemos é aumentar esta produção, torná-la mais sustentável ao longo do tempo, para que permanência durante o maior número de anos possível”, potenciando a sua qualidade, esclarece Mónica Murillo do CICITEX. Esta melhoria é feita através de diversas medidas, por exemplo, o pastoreio rotacional, assim como medidas de mitigação da erosão dos solos, essenciais para a regeneração do ecossistema", é divulgado, igualmente, no mesmo documento.




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