A apresentação arrancou com seis aldeias — Baleizão, Quintos, Salvada, Cabeça Gorda, Trindade e Albernoa — prosseguindo agora com as restantes: Santa Clara do Louredo, Penedo Gordo, Santa Vitória, Mombeja, Beringel, Trigaches, São Brissos, São Matias e Nossa Senhora das Neves.
Segundo a autarquia, o projeto baseia-se numa rede digital que alia tecnologia, turismo sustentável e património oral. Os visitantes terão acesso a áudio guias narrados, vídeos e experiências de realidade aumentada, permitindo conhecer as aldeias de forma interativa. “O objetivo é dar voz às nossas localidades e criar museus vivos acessíveis a quem as percorre a pé ou a aldeagar, isto é, a vaguear sem pressa”, explicou o presidente da Câmara, Paulo Arsénio.
A principal ferramenta do projeto será uma aplicação móvel, disponível a partir de segunda-feira, complementada por um site e por painéis informativos com QR Codes instalados nas aldeias. Estes códigos oferecem acesso a conteúdos multimédia e histórias orais, enriquecendo a experiência dos visitantes.
Outra novidade é o passaporte Aldeagar, distribuído gratuitamente em estabelecimentos locais. Em cada aldeia visitada, o turista recolhe uma vinheta, podendo depois trocá-lo por uma edição bibliográfica oferecida pela Câmara de Beja.
O projeto, financiado pelo programa Transformar Turismo, pretende reforçar a identidade cultural do concelho e dinamizar o turismo sustentável, convidando todos a redescobrir o território rural através da caminhada, da escuta e da imersão na memória coletiva.
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